sexta-feira, 2 de março de 2012

Revirando passado.

Isso que dá pegar cadernos antigos... relembrar sentimentos esquecidos e sentir necessidade de postar coisas não postadas.


Shevolândia -  um dia num churrasco por ai, quer dizer, em Osasco.

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Na época da Bienal:

Ir à longas distâncias, para conhecer o mundo. Sentimento de algo crescendo que enche por dentro; infiltrando o corpo parecendo algo claro e fluido. E nisso tudo, parece a dilatação do infinito, e percebo que sinto sentimentos contraditórios que sempre habitam a alma humana. Estou ao mesmo tempo feliz e triste.

O jeito como eu vejo não é como você vê e nem como ela enxerga essa música

( Reflexão após ver trabalhos do Alfredo Jaar. http://www.alfredojaar.net/ )

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Começo de dois mil e onze:

olha olha olha... conhece?
tempos atrás. festa, bebida, celular.
"é só pra chamar atenção". "só pra puxar assunto".
vestido colorido. chuva. cheio. vai e volta
tratar mal.
uns dias antes: mato. telefone. tratar mal. falar mal. ligar muito.
coincidências <---> ver ver ver
o que tem em comum. o que tem de diferente.
não reparar nos detalhes. presa no passado.
muitas coisas que destacam.
viagem. "certeza que uma hora..."
amigos em comum. irmão... "prometi que encontraria".
imprevistos. quebra do passado.
encontro. pessoa agradável.
oi. nem reparar, nem se importar. conversa mais interessante.
feira. chuva e sol. pastel de vento. sem dinheiro. chuva volta. embaixo da escada. chão.
chão vermelho. conversa sobre projeto. perdida.
jeito de falar chama atenção. dar importância. observar movimentação. pensar a respeito.
capacete. chão vermelho. compromissos. fim de chuva.
roupas sujas. puxar assunto. chocar. sem assunto. ficar sem graça. assunto de casa. projeto amanhã.
gênero e teatro. despedida calorosa.
dia seguinte. ansiedade. não atrapalhar. procurar.
distante. passa. fingir que nem ligo. oi atrapalhado.
apresentação. preparação para. observar. perdida.
fim da apresentação. ajudar. ficar perdida. todos e todas se cumprimentam. expectativa. fingir que não ligo. abraço gostoso.
embaixo. inicio de conversa, que vira uma roda de confraternização. fingir naturalidade. evitar olhar, demonstrar interesse. proposta de churrasco depois.
atenção: "será que ela vai"
fingir despreocupação. reparar movimentação. não come. muita gente se despedindo. "vamos no churrasco?"
vamos a pé. chuva muito forte. alagamento. carona. chegar ensopada. sem graça. "tá toda molhadinha". trocar de roupa. regata curta. camisa xadrez.
sentar do lado. não prestar atenção na conversa. reparar no jeito de falar. neto. patê de azeitona.
sentar fora. cerveja.
conversa. projetos. de pé. lugar pra ficar. empolgação. felicidade.
ficar estática. gostar da conversa. cerveja. se sentir a vontade. cerveja. pão e patê. banheiro.
troca de lugares. conversa. risadas. pão. cerveja. troca de lugares. reparar mais nas pessoas.
banco. encostar enquanto fala. batata. pão com batata. "finalmente algo que pode comer, né?". conversa. deitar no colo. fazer cafuné. cerveja. conversa. banheiro.
mais um no banco. todos e todas sentados e sentadas. frio. emprestar camisa xadrez. cobrir mão. pegar na mão.
conversa engraçada. atenção na brincadeira de mãos. conversa. vinho. cerveja. mãos.
troca de lugares. deitar. cafuné. "pega mais vinho pra mim?". vem junto. pega o vinho. seve. dá um beijo. " vou no banheiro, volta pra lá, as pessoas vão estranhar"....

(minha versão dos fatos. sem filtros. precisava fazer isso, apesar de não ter acabado.)



Dizem que lembrar faz com que nossos cérebro nos engane, trazendo a sensação de que estamos vivendo novamente os fatos; sentimos igual.
 foi bom. =)


terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Merchan

http://www.vivendoemorandosozinha.blogspot.com/

Novo blog, novas experiências, medos paranoias e outras coisas para dividir... comentem, sou carente.
Ah! E quem quiser hospedagem quando estiver em São Paulo, a casa é pequena mas a acolhida é calorosa ^^

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Sobre um determinado período de tempo, término e eternidade

Essa raposa... eternamente responsável por aquilo que cativas, é um compromisso de tempo prolongado. Interessante é o peso do tempo,a seriedade que muitas vezes é dada ele. Mas a objetividade não acompanha o eterno. Afinal, morre-se a cada dia, perde-se cada hora. Tudo acaba, as horas, as tardes e noites. Então, o eterno fica nos detalhes, na atenção, na fala ou na falta dela, no olhar. Sabe momentos únicos, instantes acabam a eternidade? Então... contradição? Acho que não.
Esse é o eterno e o determinado período.

***

A chuva. Não adianta se molhar pela metade, pra sentir a força, sê inteiro. E quando ela decidir, se acaba. E ainda assim valerá a pena.
Esse é o término, determinado período de tempo e o eterno.



Pra anta maior.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Trote trote trote

Quem do grupo está em Marília? Amanhã (segunda feira), no semáforo do Mc vai ter o meu trote (e vamos todos torcer para que tenha o da Lidinha também =D), a partir das 16hrs, quem estiver aqui, adorarei ver por lá ^^.

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Então vamos postar

Ok,isso aqui está pra lá de parado,eu estou carente então vamos postar.
Tinha incríveis expectativas de como seria essa última semana de janeiro.Pessoas que eu não via há séculos reaparecendo,convidando pra sair e eu tinha certeza de que dessa vez daria certo,só precisava organizar os horários e blábláblá.Por sorte existe um lado prudente,que sempre se lembra de experiências anteriores e essa parte disse baixinho:'Vai com calma,já aconteceu de te convidarem e não responderem.'Felizmente dei ouvidos à ela.
Ninguém respondeu nada.Eu adoro isso.Porque não simplesmente dizer NÃO VAI DAR?Três palavras.Olha que fácil?e pelo Facebook ainda,de g-r-a-ç-a.
PRONTODESABAFEI.
e a melhor parte,estou na TPM.

domingo, 22 de janeiro de 2012

A desova das tartarugas marilienses.

Nós no último encontro.

Tartarugos e tartarugas do meu mar!
Aqueles e aquelas que estiverem desovando em Marília, será um prazer trocarmos algumas ideias de onde desovar! =D
Em outro dialeto: vamos sair todos happy together?
Pode ser nesta quinta, sexta ou sábado próximos??
Vamos aos comentários.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Um abraço aberto -

Quem quiser abraçar o Chubs,deixe seu recado brega (porém sincero) neste post =D

Chubs,a Gigi me contou que você passou em Pelotas,de novo.Lí os textos no seu blog e imagino que seu coração esteja muuuito abertado com essa escolha.Francamente,não tenho uma dica mágica,mas tenho um abraço,ainda que não físico.
Bebê,te amo e espero que você supere esse momento complicado.Vai dar tudo certo,seja lá o que for certo..Boa sorte!
[ABRAÇO]

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Ahá!

Primeiro post do ano láláláláááááá!
Então crianças lindas desse lindo blog,a pessoa linda (eu) que não poderia faltar em NENHUMA reunião de amigos já retornou aos vales marilienses,estará fora em alguns dias dessa semana(15,16 e 17 [mas na noite do 17 já estou aqui]) e em outros da outra semana (23,24 e chego dia 25 a tarde).Fora isso,estou disponível =)
Portanto,comentem,liguem,façam sinais de fumaça,mas digam 'Sim estarei em Marília nesse período e quero rever meus amiguinhos' ou 'Não vai rolar'.
Simples assim.

Lídia incorporando Marie

sábado, 24 de dezembro de 2011

natal maldito, natal maldito...

sim, eu odeio o natal, podem me crustificar agora!
odeio parentes chatos, odeio mato, odeio falsidade, odeio gente que te ve uma vez por ano, nao sabe merda nenhuma do que acontece na sua vida e fica querendo dar conselhos e blablabla u.u
é, eu odeio com todas as minhas forças o natal.
garanto que tem mais gente aqui que tbm odeia, nao me julguem por isso u.u

quem gosta daquela tia gorda chata maldita perguntando ''cade o namoradinho?'' ou entao ''como vai a escola?'' ou ''nossa, como voce cresceu!'' ?
acho que todo mundo odeia isso. e eu odeio mais ainda, porque a minha ''adoravel'' familia é composta só de tia véia gorda maldita irritante que nem essa do exemplo acima .-.

eu aturei todos os natais até ano passado pq eram todos aqui em casa, lugar onde eu tinha ao menos uma televisao pra assistir e uma cama pra dormir. mas esse ano resolveram que vai ser num rancho numa cidade que chama Arealva (alguem conhece? nao? nao queira conhecer tbm, vai por mim...)
acho que todo mundo desse blog sabe do meu odio quase mortal por cachorros (bom, quem nao sabia, agora sabe), e bom, nesse rancho tem uns 10 cachorros, pra mais, que sao tratados que nem gente. e tem aquele bando e parente irritando voce, e aquele bando de gente bebada, e um sol do caralho e irmao (tem coisa mais chata que irmao? ah, tem, com certeza!)

aff, desculpem o desabafo, to muito irritada u.u
(mas ainda acho que alguem vai se identificar com esse texto...)

e nao, nao vou falar feliz natal pra ninguém!

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Estranho

É engraçado, você convive com pessoas por anos, constrói vínculos, conta segredos, compartilha medos... Aí um dia você sai com essa pessoa e ela já não é mais a mesma pessoa. Ou você não é mais a mesma pessoa, fica difícil saber.

Nunca me encaixei em um grupo específico, a maior parte das vezes, eu andava com quem parecia me ‘aceitar’ mais e só, hoje acho que muitas vezes fui inconveniente com as pessoas, admito que tenho um déficit de semancol social e peço desculpas a qualquer um daqui com quem eu tenha sido mais carente, ou feito uma brincadeira idiota, ou tenha grudado em um momento que não podia e a lista vai longe, mas não é aí que eu quero chegar.

Hoje eu saí com pessoas que foram meus amigos ao longo de todo o terceiro, pessoas com quem continuei a conversar mesmo na faculdade, na pós faculdade, no cursinho, nas dúvidas, ansiedades e merdas que me aconteceram em 2010.

2011 eu resolvi mudar um pouco, não porque eu não gostasse ou não fosse fiel a quem eu era, mas sim porque eu sentia que quem eu estava sendo, não era quem eu sou de verdade (deu pra entender?), eu não conseguia olhar no espelho e encontrar quem eu procurava. Eu comecei a estudar de verdade (não quanto deveria, mas o suficiente), corri atrás da pessoa que me fez acreditar pela primeira vez que eu sou maior do que eu imaginava (ele escreveu um bilhete dia 07/05/2011 dizendo ‘é tempo de ser grande’ pra mim, e é impressionante o quanto isso fez parte de todas as coisas que eu pensava em fazer ao longo do ano), engordei e pela primeira vez em muuuito tempo parei de me comparar com todas as minhas outras amigas e me aceitar assim (sem doces e sem bacon nunca mas, tô gordinha mas não tô com vontade) e escolhi um curso universitário que atenda minhas habilidades e não mais as minhas expectativas surreais. Algumas pessoas falam que eu cresci, eu não sei na verdade o que aconteceu, eu só sei que eu me dediquei a fazer o que precisava fazer, e estou bem assim.

O negócio é que hoje eu saí com os meus amigos, mas eu não me senti em casa. Tá, quando eu conversava com a Lidinha e o Fernando eu me sentia mais a vontade, mas a maior parte do tempo, eu só queria ir para algum lugar onde eu sentisse que podia respirar. Aí eu vim desabafar aqui, porque eu nunca voltei para casa depois de uma saída com amigos me sentindo tão... Deslocada.

E é estranho, porque de repente, depois de hoje, eu sinto como se eu não tivesse mais a quem recorrer. É esquisito isso, porque ano passado, quando minha vida estava uma grande bosta, eu tinha amigos, hoje, se a minha vida virar uma grande bosta de novo, eu não sei o que eu tenho. Talvez seja só o stress do vestibular, das madrugadas e da infecção diabólica tomando conta de mim, mas eu li o texto do Chu e me senti mal.
(não, esse não é um texto bêbado, eu diria mais que é um texto preocupado ;P)

terça-feira, 20 de dezembro de 2011

Sobre eu não me sentir mais em casa no blog que divido com meus amigos

Pois é...
Esse post viria muito bem lá pra Fevereiro ou Novembro do ano passado =T
Mas sacomé'né? Eu engulo algumas angústias de vocês em nome de não atrapalhar suas vidas com coisas inúteis que dizem respeito a mim...
Eu tinha argumentos pra não gostar de voltar aqui como autor, mas eu não lembro deles e também não vim pra cá agora pra jogar merda no ventilador...
Mentira! Vim sim, só pra isso ¬¬
Vão tudo tomar no meio dos seus lindos cus u.ú
Amo vocês :3
Vocês sumiram mano O:
Eu senti falta de vocês...
Precisava de vocês principalmente no final do ano passado, sentia necessidade de contar pros meus amigos o que eu tava passando e aí eu vinha aqui e falava e vocês seus filhos da puta ( e venho aqui com todo meu amor chamá-los de filhos da puta daquele jeito que só um amigo pode fazer, sabe?) não comentavam nada sobre o assunto...
Quando eu vinha aqui todo chorão falar pra vocês que eu tinha tentado mais uma vez comer alguém e que isso não tinha dado certo era na expectativa que vocês me abraçassem virtualmente e me dessem palavras de apoio...
Mas eu nunca ouvi/li nada de vocês no sentido de apoiar.
Talvez eu não tenha deixado de fato minhas opiniões aqui ou expressado o que esperava de vocês...
Por isso gosto de ser direto, para impedir que as pessoas não entendam o que quero e espero delas ¬¬
Uma vez eu peguei pelos comentários de vocês num post eu nem lembro qual que eu às vezes jogava meias palavras de uma situação que vocês não estavam a par e esperava que vocês entendessem o que eu queria dizer...
Obviamente vocês não entendiam e eu ficava putinho com vocês por isso =T
Anyway...
Eu vim aqui só pra xingar vocês, seus filhos da puta, pela falta de camaradagem e mandar todos vocês tomarem no cu (Y)
Não, gente. Mentira.
Vocês me conhecem (eu acho).
Na real, eu vim aqui dizer que sei lá mano... Eu curtia pra caralho vir aqui e postar pra vocês verem as merdas que eu faço =T
Mas as pessoas que liam não se manifestavam e sei lá Dx
Pra ninguém se manifestar eu optava por postar no meu blog onde naturalmente vocês não vão todos e onde os que liam aqui frequentam...
Acabei fazendo uma seleção dos meus amigos porque eu sou uma bicha loka que quer atenção de vocês e vocês não podem dar...
Não podem sei lá porque... Não sei se estão ocupados, comendo alguém, trabalhando, estudando e pá.
Não quero ser mais importante que os deveres de vocês. Só quero um espaço entre esses deveres =T
...
Vocês são foda mano O:
Eu vinha aqui buscar um ombro e nunca achava =T
As pessoas que acompanham minha vida tão sempre no meu blog e mesmo elas, ou melhor... ao menos duas delas que eu sei, não acompanham tão bem minha vida =T
Acompanhar minha vida inclui saber o que eu estou ouvindo de música e como anda meu estado de espírito e tal =T
Eu sei lá mano ¬¬
To aqui pra pedir um abraço de cada um de vocês quando eu os vir (Y) até de você Ari u.u
(que diga-se de passagem eu tentei te ligar depois do último email que você me mandou e não consegui falar com você aí sabe como eu sou né, nunca lembro de ligar pro oculista que eu preciso ir faz uns seis meses, então imagina ligar pros amigos =T)
Vocês são as dezesseis pessoas (eram dezesseis até a última vez que eu vi pelo menos =T) que eu quero ver no inferno quando eu for pra lá ¬¬
Que puta egoísmo aushuashaushuahsasuashuahasuha
Ok u.u chega de risinhos toscos ¬¬
Não, mentira...
Eu vim aqui pra rir e fazer vocês rirem.
Tenho saudade das partidas insanas de UNO da GROVE
Só nós jogamos UNO daquele jeito épico que inventamos e só nós sabemos o amor que esse jogo desgraçado proporcionava pra nós, nos aproximava e tal...
Tenho saudade de moscar do lado de vocês um dia inteiro e de ficar ouvindo suas conversas nerds ou não e até de boiar em alguns assuntos.
Tenho saudade dessas pessoas maravilhosas que vocês são...
...
Uma história breve...
Eu mudei de São Paulo com treze anos e com medo de perder meus amigos, aí eu descobri que na verdade eu só tinha dois amigos lá e que essas são pessoas que eu me importo pra caralho. Mesmo assim eu falo com estas pessoas tipo três vezes por ano, se tiver sorte ¬¬
---FIM---
Não quero fazer o mesmo com vocês...
Sei que isso depende de mim, mas não só de mim né...
E o melhor é que eu nem sei porque to falando isso =T
Deu saudade de quando, no comecinho da GROVE, sentava eu e os outros seis que formaram a GROVE comigo e eu ficava contando histórias da minha vida. Histórias cheias de detalhes sórdidos que faziam delas engraçadas e cômicas. E eu contava e vocês riam...
É molecada... a gente cresceu =T
Mas o sentimento de família não muda... Pelo menos não pra mim...
Sério, eu vi a quarta geração da GROVE aparecer, mas quanto mais distante de vocês menos GROVE ela parece =T
A Gigi comentou que a GROVE é o Chu uma vez... Mais ou menos Gigi =P
Pensei assim...
Nós eramos o terceiro de 2008
Peguei os terceiros seguintes como base, desde que nós tivéssemos alguém que fizesse a ligação, mas esse sentimento vai morrendo quando se afasta de vocês...
A GROVE Original tinha sete. A Segunda Geração tinha uns dez, A Terceira tinha dois e a Qaurta tem mais uns seis ou sete...
Mas a Quarta principalmente vinha de uma turma formada muito antes de chegarem a ser GROVE então esse sentimento não é forte pra eles =T
Temos muito mais agregados na GROVE do que "membros" masacho que o fato de colaborarmos com isso de alguma forma nos torna "membros"
Esse sentimento de família que faz da gente foda...
Que nos faz ficar o ano inteiro separados e de repente se unir e ficar juntos uma semana como se nada mais importasse
Janeiro de 2011 é um mês que quero lembrar muito tempo... VocÊs fizeram o rolê MAIS FODA DA MINHA VIDA!!
Eu descobri o que é ficar quatro dias em claro em nome da amizade e da parceria.
Vocês são importantes pra mim de um jeito que eu não consigo explicar
Já falei isso pra duas pessoas essa semana, mas eu sempre sinto que não posso de alguma forma, que não vou ter tempo, espaço ou capacidade de falar =T
Tenho milhares de coisas que eu gostaria de falar com vocês, mas não sei como.
Fica meu amor por vocês aqui.
Na moral, eu amo vocês.
Vocês são dezesseis pessoas que fariam minha estada no inferno mais prazerosa (só perdem espaço pra Senhorita M.S. Bebê =P)
Mas sério, amo vocês
Pelo amor que tenho por vocês, Bom Natal e prósperos anos novos
GROVE4LIFE

Chu'bS
C: andam dizendo por aí que já foi seu tempo, amiga.
F: sim, eu ouço o que dizem
C: e o que acha disso?
F: você sabe muito bem que nós não podemos "achar" nada
C: é, mas sempre tem uma opinião por trás de tudo! alguma paixão... você sabe!
F: você está certa... mas então, o que anda fazendo?
C: poxa, tive experiências ótimas de uns tempos pra cá, fui a lugares aonde tinham pessoa que lembraram de você
F: é mesmo?
C: sim! lembramos os velhos tempos, as polêmicas até hoje sem solução...
F: juntas chegamos muito perto da verdade. era cada coisa!
C: ainda é uma pena que não te dão respeito, foi você que começou tudo isso!
F: as pessoas têm a mania de se fascinarem com detalhes da casca e se esquecerem do cerne
C: está sugerindo que sou superficial?
F: nada disso! mas você bem que atrai pessoas bem superficiais, vai...
C: desculpe se eu dou mais resultados!
F: resultados que esse povo nem sabe porque procura...
C: ...
F: é como no trabalho, todos sempre elogiando a papelada que você produzia, sem nunca lembrar que quem criou o método fui eu!
C: d-desculpe...
F: eu... eu que peço desculpas, não é sua culpa, eu sei que não. me desculpe.
C: sem problemas. você sabe... eu mal estaria aqui sem você, afinal.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Sobre as fofocas do museu

Ae povo!
mais um trabalho audiovisual para avaliarem, verem, degustarem, criticarem e mais outros arem....

é isso.

sábado, 3 de dezembro de 2011

terça-feira, 29 de novembro de 2011

e agora, bernadete?

é isso ai, mais um ano acabou sem eu saber o que eu quero. nao tenho a menor ideia do que eu quero pra minha vida nesse momento. nao sei se quer contábeis na UEL ou na UFPR, nao sei se quero estatistica de novo, mas dessa vez aqui no estado de sao paulo mesmo, nao sei nem se quero acordar amanha...
sao 6:40 da madrugada, eu estou de férias, cheguei de um churrasco em plena segunda feira as 2 da madruga pseudo-bebada pensando que assim eu ia finalmente dormir por uma noite inteira, mas nao, ja faz mais de uma hora que eu to acordada. nao consigo dormir de jeito nenhum, nao posso ligar a tv senao me mandam pras aulas de revisao da escola e to com uma puta fome.

queria poder falar tudo o que eu to sentindo e pensando, mas vai ter muita gente que vai entender merda e eu nao quero isso, etao vou parar por aqui mesmo e que se foda u.u

(ok, foi um desabafo que eu precisava fazer)

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

História de folhetim. Título: O mundo sobre ela. #2

[continuando]

Depois de muita espera, o prato chega. A mãe que ainda estava na linha não entende porque tanta afobação, e continua falando interruptamente sobre suas teorias de como sua filha pode parar de ser tão ... Só que nesta hora ela já não a ouvia. Disse: "mãe tenho que desligar. beijotchau". Desligou.
Comeu com tanta vontade aquele prato. Estava tão... FANTÁSTICO. Terminado, ficou ainda alguns tantos minutos parada, saciada. Pagou e saiu.

Renato acompanhou toda essa encenação como se fosse um filme ou novela da realidade, até ela sair sem ao menos dar um sinal de agradecimento.

Atravessou a rua, andou, olhou a calçada, as pessoas, as casas. Já era tarde pra começar a trabalhar e tudo estava maravilhosamente bem, sem motivo algum. Foi para uma praça do outro lado da cidade, lá tinham crianças bonitas chorando, animais não domésticos domesticados e todo um universo paralelo que existe num dia de semana a tarde. Nessas caminhadas de um banco à outro tropeçou numa pomba.

[depois continuo aqui mesmon]

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Sem querer e aos poucos, descobrindo

    Retorno à toca. Sinto-me minúsculo, mas cheio de peso sobre os ombros. Peso que não conheço, não sei onde pôr ou como segurar.
    Merda!
    Percorro exausto o enorme trajeto da porta da frente até o quarto, onde atiro-me na cama, que me recebe dura e desconfortável. A cabeça, respeitando um lento e doloroso ritmo, pulsa um sangue sensível que me lota a atenção e desperta dor. Aflito, sofro náuseas e tontura.
   Abrem-se então as torneiras dos olhos e parte daquela força para baixo consegue sua rota para fora da minha carne. Ainda desconheçendo a natureza do que se passa e me esmaga a razão, tenho a sorte de desmaiar. Quem sabe agora poderia sonhar em até compreender o ocorrido, liberto finalmente daquele estado penoso e, o pior, ignorante.

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Noite Interrompida

OBS pré-texto:AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHH!!!
não se assustem,isso era só pra quebrar a monotonia,agora vem o texto.

 -Você fica linda brava- elogiou. Ela o encarou através do espelho aumentando ainda mais o bico e fazendo: 'UNF!'
Não, a terceira pessoa não vai servir.
Ele me olhava de um jeito provocante, convidativo, querendo que minha reação fosse mais do que um suspiro contrariado. O nome do rapaz era Rogério, já nos conhecíamos há algum tempo e sempre senti que havia um clima entre nós. Há dois meses assumimos e ele era o namorado da ocasião.
A ocasião poderia ser o momento em que escrevo sobre meu mau humor. Mas não é.
A ocasião que causou meu mau humor foi no sábado (hoje é quarta), fim de tarde. Estava na janela admirando o quase inexistente movimento da rua. O maior foco de movimentação era de um bar, meu vizinho da frente. Na verdade, o bar é mais uma fachada, trata-se de um puteiro. As trabalhadoras estavam chegando, trocavam algumas palavras com cara do caixa e sumiam nos fundos do bar. “Quero escrever sobre isso um dia”, pensei. Já começava a imaginar uma história quando vi o homem do momento chegando.
Rô chegô. Subiu. Quando desejamos nos comportar marcamos encontros sociais. Ele tinha ido me visitar, nossas intenções estavam bem longe da pureza.
Não acho necessário descrever em que ponto estávamos quando a campainha tocou.
Meu primeiro pensamento acertava sobre quem estaria na minha porta naquele sábado. Para efeitos de mistério saibam que os amigos mais próximos sabiam que não era um sábado social. Excluindo a possibilidade de ser um problema súbito e grande o suficiente para interromper um casal, a resposta estava clara: meus pais.
Quando eles lembram que a filha caçula não se encantou com a herança que vão deixar e não tem uma profissão ou fez faculdade e vive em nível social abaixo deles, meus pais sentem que é hora de enfrentar o problema e vêm ao centro da cidade. Ou seja, vêm ao meu lar doce lar, alugado.
E pela primeira vez em quatro anos de rebeldia eles se encontraram com um namorado. Claro que foi horrível. Nem a ironia, minha fiel companheira, agüentou. Fugiu pela janela.
Mas não houve gritos. Eu e Rogério de um lado, enrolados em toalhas e o casal classe média alta com uma pizza nas mãos do marido, do outro (meus pais portavam uma pizza gigante, meia tomate seco, meia calabreza e pretendiam me levar ao cinema).
Apresentações (na medida em que as toalhas permitiram). Ficamos alguns instantes calados, sem saber qual o próximo passo.
Então mamãe deu o próximo passo: ‘Espero que ele tenha um bom emprego’. Imediatamente papai começou a discorrer sobre a importância de um relacionamento sólido, o nosso deveria ser assim, compartilhava do desejo de mamãe (que ele tivesse um bom emprego) e que esperava o convite do casamento, já que lhe parecia que havíamos vivido de maneira bastante intensa e devíamos sossegar.
Continuaram falando, mas deixei de prestar atenção, passei a focar na vontade de evaporar. Quem sabe? Com muita fé, coisas impossíveis acontecem...
Também comecei a acreditar que essa indignação fosse positiva, talvez eles desistissem e fossem embora. Infelizmente, acho que a Lei da Atração, o Segredo, milagres, não funcionam pra mim.
Em algum momento do discurso, papai colocou a pizza em cima da mesa, mamãe aproveitou esse movimento para entrar na cozinha, perguntando se tudo ainda estava no mesmo lugar. Papai sugeriu que nos vestíssemos para jantar.
Jantar que foi o mais silencioso da História. O gato comeu minha língua e cordas vocais, não sabia o que nem queria dizer nada. Meus pais trocaram algumas palavras com Rogério, mas no geral comemos em silêncio, a tensão era palpável.
Finalmente foram embora.
E foi então que me olhei no espelho e Rô disse que ficava linda brava, me convidando a continuar nossos planos.
Aceitei o convite.
Ele ia e vinha, eu ia e vinha, vinha e ia... Mudávamos de posição, sentíamos prazer. Quer dizer, ele e meu corpo. Minha cabeça sentia fluídos circulando, que os entendidos chamam de hormônios. Eles proporcionavam agradáveis sensações. Mas eram incompletas, como se a cada cinco minutos a campainha tocasse.
Ela virou o símbolo da invasão do nosso mundo. E um a invasão inútil e moralista. O telefone é uma invenção tão popular, evitaria tantas noites interrompidas.
Pensava nisso enquanto meu corpo e Rogério gemiam de prazer.
Acabou. Éramos dois corpos jogados na cama, satisfeitos. ‘ A noite é mesmo uma criança...’, disse ele bobo de prazer. Explicou que apesar de tudo, conseguimos aproveitar nossa noite. Com a excitação ainda correndo em meu sangue e aquele homem delicioso e lindo falando sobre a noite,huum! Se minha cabeça não acompanhara da primeira vez com certeza deixou tudo de lado na segunda. Só me lembro de ter ficado muito excitada com o comentário e começar a beijá-lo, por todo o corpo, deixando claro o que queria. Depois disso, lembro de gemidos, contorcionismos, suor, barulhos da cama e prazer, muito prazer.
Acordei com meu homem da ocasião beijando minha barriga. Quando viu que tinha me acordado, disse: ‘ Vem, vamos tomar um banho, o domingo também é uma criança’. E eram três horas da tarde.

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Nasce uma ideia

Bom, como vocês sabem, eu tenho o sonho bem consolidado dentro de mim de que um dia vou escrever e publicar um livro, daí que eu amo literatura, sou fã do Mané e me casaria com o Biti se ele me pedisse agora.

Enfim, gosto muito de um filme que se chama Crepúsculo dos Deuses, não vou falar da história do filme aqui porque todo mundo conhece o imdb, mas em determinado momento, o 'mocinho' começa a escrever um roteiro sobre uma mulher e um homem que moram no mesmo apartamento mas não se conhecem porque ele trabalha de noite e ela de dia, então eles dormem na mesma cama mas nunca se encontram. Hoje na aula de química me veio esse filme na cabeça e uma inspiração fora do comum para escrever.

Foi aí que nasceram o Diogo e a Lorena, ele professor de literatura anti social e ultra metódico, ela uma atendente de bar completamente perdida na vida. De início eles eram um conto, mas aí eles cresceram tanto na minha cabeça que eu já consigo ver os dois sentados do meu lado me mandando continuar. Vou postar aqui o que seria o "primeiro capítulo", e o resto vou ir colocando no meu blog (www.aprendizdelygia.blogspot.com), ainda está bem cru e eu provavelmente vou querer modificar n+1 vezes assim que postar aqui, mas eu estou tão orgulhosa dele que vou deixar aqui como está *-* Espero que gostem.


Um Quarto
Parte 1: Quando ele sabe que ela existe e ela sabe que ele existe, mas ninguém se conhece.
Capítulo 1 - Diogo

O despertador tocou 5 da manhã e Diogo rolou na cama por alguns segundos, levantou preguiçosamente e calçou os chinelos que estavam ao lado da cama. Tateou pelos óculos que deixara em cima da cômoda e arrastou-se até o banheiro.
Despiu-se com a lerdeza habitual e forçou-se até o chuveiro que ainda estava com a resistência queimada, alguém tinha que dar um jeito naquilo.
Foi então que viu no registro o tormento de todas as suas manhãs, o que fazia que ele acordasse mais rapidamente que qualquer despertador no mundo faria, o que o impelia para crises de raiva permeadas com impaciência quando o sol ainda nem tinha raiado direito: a calcinha pendurada. Naquele dia ela era de renda vermelha. Na cabeça de Diogo só aparecia uma palavra: Vulgar.
Enrolou-se na toalha e destrancou seu armário para escolher uma roupa, já vestido seguiu novamente para o banheiro onde fez a barba enquanto repassava a aula do dia – o arcadismo buscava a fuga para o campo, eles queriam a natureza utópica, o pastoreio, as musas, a... – distraiu-se quando seu olhar encontrou a calcinha de novo. Acabou a barba, pegou a maldita calcinha e colocou em cima da cama, apenas um lembrete, tinha certeza que eventualmente ela se envergonharia daquilo e passaria a colocar suas calcinhas no lugar adequado.
Voltou para o armário, pegou sua pasta, um guarda chuva e o trancou novamente, guardou a chave do armário no bolso e exatamente ás 5:45 estava pronto para sair de casa. Ainda precisaria passar na padaria para tomar seu café (um pão na chapa, um pingado e uma barra de cereais, caso o leitor tenha curiosidade) e pegar dois ônibus para chegar a escola onde lecionava. Trancou a porta e colocou a chave debaixo do capacho de boas vindas, já estava quase no horário dela chegar.
Ás 5:55 chegou na padaria, tomaria seu café com uma calma apressada enquanto lia o jornal do dia, precisava estar no ponto de ônibus por volta de 6:10. Pagou, agradeceu e andou até o ponto de ônibus, que ficava a exatamente 16 passos da padaria (no começo eram 25, mas Diogo otimizara seu andar nos últimos tempos), no caminho deu dinheiro para um bêbado e acenou para uma senhora que andava apressada na direção oposta.
Exatamente ás 6:13 subiu no ônibus, sentou-se no acento ao lado do cobrador e ficou olhando pela janela enquanto ouvia conversas do ônibus. Ouvir conversas no ônibus era seu maior passatempo, e ele mantinha um caderno de capa marrom na pasta em que anotava as conversas que lhe chamavam atenção, naquele dia sentia-se especialmente interessado em uma adolescente que contava para outra como iria fazer pro professor passá-la de ano – minhas alunas nunca fazem isso comigo -  pensou enquanto anotava a conversa.
                Desceu do primeiro ônibus e andou os 19 passos que o levavam até o ponto do segundo, já no ponto foi presenteado com a conversa de uma mulher com a outra sobre como a diferença que ela notara em seu xixi a havia salvado de um câncer – fabuloso – era tudo que Diogo conseguia pensar enquanto ouvia aquilo.
                Ás 7:00 chegou na escola, teria 10 minutos para tomar um café na sala dos professores e usar o banheiro antes de sua primeira aula do dia. Não gostava muito de ficar na sala dos professores, era obrigado a socializar com outras pessoas, o que não era exatamente sua coisa favorita a se fazer e, embora a maioria dos professores respeitasse sua decisão de tomar café sozinho enquanto olhava para parede, outros pareciam não se conformar com a sua solidão voluntária e gostavam de perturbá-lo com todos os assuntos chatos que as pessoas usam para iniciar uma conversa. Odiava aquilo.
                Finalmente o sinal para a primeira aula tocou. Tirou o paletó, deixou dependurado sobre uma cadeira e dirigiu-se animado até a sala, apesar de odiar os alunos, amava literatura e estava bem disposto. Seu dia estava começando.