quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Pizza, Conversas e tartarugas

Salva, salve, galera tartaruguística!
Pensamos em nos encontrar na Pizzaria Dona Oliva (Sampaio Vidal, 160-A) neste sábado(29), por volta das 19:00, um horário bem família, para jantarmos todos happytogether!
A Lidienne sugeriu de irmos a outro lugar depois da pizza.
Até!

sábado, 22 de janeiro de 2011

Revelações!

OBS. pré-texto:era pra ser uma conversa normal no msn.Era.
-Você estava apenas fingindo Cauê?
-Sim Lídia,era mentira.Sinto muito.
*Vira de costas e sai pela porta*
-Nããão! -começa a chorar copiosamente,vai se ajoelhando e se arrasta em direção a porta-
-Não me siga Lídia,não quero mais nada com você
*Puxa o braço e apressa o passo*
-Cauê!não me deixe!não posso viver sem você!
*Caída no chão com o braço esticado em direção ao homem*
*Cauê entra no carro e vai embora sem nem olhar para trás*
Ela não me merece,pensa,é uma pena mas nunca a amei como à Marieta (again? )
*Lídia caída na porta grita:*
-Seu cafajeste!Eu fui fiel a você!Eu podia ter ficado com meu primo italiano!Mas preferi você!E você prefere a vaca da Marieta?!
*Para,exausta.E pergunta com voz rouca:*
-O que vou dizer a mamãe?-volta a chorar
*Bate um arrependimento em Cauê e ele volta para Lídia à tempo de ouvi-la gritar que teria ficado com o primo italiano*
-Sua vagabunda,eu confiei em você e voltei pra me redimir e até tentar ser alguém com você.Mas agora vejo quem você realmente é.
-E é pecado desejar?Durante todo o nosso relacionamento,vi você olhar para outras!e nunca disse nada!
-Eu tenho esse direito!Devia ter ouvido Marieta,ter tido um caso com ela e não tê-la deixado sair da minha vida,enquanto eu era preso a você.Me arrependo muito de nosso relacionamento
-Eu também Cauê Vicente!Nosso filho irá sofrer,mas não quero mais tê-lo ao meu lado!
-Temos um filho?
-Temos.
*Se assusta e perde a pose*
-Você nunca disse...
-Ele está no meu ventre Cauê! *chora ainda mais*
-Holy shit*resmunga*
-Só há uma maneira*tira um 38 do c**
-Terei de mata-los.
-Porque?Fico feliz em ser mãe solteira!
-Não vou permitir que meu filho carregue a desgraça de ter uma vagabunda como mãe.Creio que ele gostaria que eu fizesse isso.
-Não,acho que se ele não quisesse viver,não teria sobrevivido à primeira semana,quando pulamos de bung-jump(não sei se escreve assim)
-Os detalhes não importam
*engatilha*
-Você foi uma desgraça em minha vida
-Nããão!*levanta e corre*
*aperta o gatilho mas a arma está descarregada*
-Holy shit
*corre atrás*
-LOOOOser!*continua correndo e entra na casa da vizinha*
*Cauê tropeça no gato*
-Tínhamos um gato? *pergunta para o além,levanta e corre atrás de Lídia*
-Sim!você é que não presta atenção em nossa vida- grita Lídia ao longe,entrando na casa da vizinha.
*Cauê chega na casa e começa a bater na porta*
-Abre!Se não abrir eu vou começar a soprar e soprar!
-Estou ligando na delegacia da mulher!-grita lá de dentro
*sopra e nada acontece,óbvio*
-Não devia acreditar naqueles livros idiotas!*dá a volta pelos fundos*
-Loooser,eles já vem!
*Lídia sobe para o segundo piso e se tranca num quarto*
*Cauê entra pela cozinha enquanto a vizinha almoça,arranca a faca da mão dela e avança para o segundo andar atrás de Lídia*
-Não adianta correr-grita ele
*Grito abafado de Lídia*
-Você tem coragem de matar seu próprio filho?E se for menino?Você não queria um menino pra ensinar futebol?
-Claro que é um menino,do contrario eu mataria do mesmo jeito e só pra constar,eu não queria ensinar futebol.Futebol é nojento,eu ia ensinar uma coisa realmente de macho.Tipo...
*Pensa*
-Nado sincronizado.
-Sério?Que lindo Cauê!Você seria um excelente pai!
*Se assusta e perde a pose d novo*
-Como assim?*preocupado*
-Ah,quantos homens você conhece ensinariam nado sincronizado para seus filhos?Você é uma raridade!
-Não me venha com elogios baratos,agora é tarde.
*arromba a porta*
*A porta atinge Lídia,que caí desacordada*
*A vizinha sobe para verificar o que está acontecendo mas tropeça em outro gato no ultimo degrau e rola escada a baixo*
Esses gatos estão ficando perigosos,pensa Cauê
*olha para Lídia e pensa em como vai matá-la*
*Lídia,ainda desmaiada,sonha com o primo italiano,mas uma criança aparece e pede que ela volte para seu pai*
*Cauê solta a faca e olha para Lídia*
-Será que consigo fazer um gato arranhar ela até a morte?
*Lídia,sonhando,olha para o primo.Volta a olhar o filho.A criança estende a mão.*
-Cadê um gato quando se precisa de um?
*A vizinha faz uma nova tentativa de chegar ao andar superior e desta vez consegue*
-Mas que diabos...? *pergunta assustando Cauê*
*Cauê tenta empurra-la escada abaixo,mas a vizinha é faixa preta em jiu-jitsu e joga cauê no chão*
-Holy shit! *grita*
*Ela também sabia um truque para apertar um determinado ponto de seu nervo ciático e ele não pode levantar*
*Nesse momento,Lídia abre os olhos e vê o borrão vizinha apertando o ciático do borrão Cauê*
*Cauê sente o aperto e toda a sua musculatura se trava*
*A vizinha se recompõe e vai ao encontro de Lídia*
*Lídia,ainda meio tonta,tenta se sentar*
-Eu sempre te amei!- confessa a vizinha e se entrega a Lídia num longo e estonteante beijo de amor verdadeiro
*Lídia se deixa beijar*
Nossa,ela beija muito bem!-pensa *Lídia descobre que é lésbica*
*Cauê observa a cena e pensa como pode deixar que uma moça tão bonita e cativante tenha ido embora de sua vida*
*O beijo termina e a vizinha avisa que vai ligar para a ambulância pois a cabeça de Lídia está aberta*
*A polícia chega e descobre que Cauê era um gangster foragido*
*Cauê é algemado e Lídia é colocada na maca,eles trocam suas últimas palavras*
-Eu não te culpo. diz Lídia
-Mas eu sim. responde ele
-Adeus Cauê!não te visitarei um dia na prisão,você vai mofar sozinho
-Fck you, resmunga
*Lídia vira a cabeça e é colocada na ambulância,a vizinha vai ao seu lado e faz cara feia pra Cauê*
-Fuck you também,diz e a polícia o leva
*As recém enamoradas se vão na ambulância*
*Cauê vai na viatura,acha que sua vida está acabada quando percebe que esta sendo observado*
*o motorista o observa pelo retrovisor e diz:*
-Jovem tolo!
*Mas ao lado do motorista está o Batman*
-HOLY SHIT!!! *grita*
-Sim,meu caro rapaz,eu também vim te humilhar!,diz o Batman
*Cauê se desespera e pula pela janela do carro,caindo na frente de um caminhão
*Mas quem estava dirigindo o caminhão tinha excelentes reflexos e consegue frear a tempo*
*Mas uma tora que estava na carga do caminha se solta e rola na direção de Cauê*
*Cauê se abaixa e descobre que acreditava em Deus pois começa a rezar *(acredita em Deus porque reza ou reza porque acredita em Deus?)
(você entendeu)
*A tora passa por uma pedra, levanta e passa a centímetros de Cauê*
*Cauê respira aliviado*
*A tora segue para o carro de policia de onde Cauê pulara e atinge em cheio o carro e mata o Batman e o policial
*Cauê levanta e fica feliz que ninguém tenha descoberto seu verdadeiro segredo,ele era o Flash.E agora corre para alcançar a ambulância que levava Lídia e a vizinha.
*Ele entra em uma rua antes e para a ambulância de frente*
*Entra nela e descobre que lá havia um gato*
-Holy shit!
*O gato explode*
*Matando todos na ambulância*
*De dentro dos destroços da ambulância sai um gato tigrado,ele corre para o lado oposto ao da câmera e desaparece no fim da rua.

FIM           Chu e Lídia

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Encontro Groovial!

Atenção atenção!


Já que ninguém decide o dia de um encontro...resolvi escolher. =)

Dia 26, tá bom?

Todos podem ir? sugestões de locais, horários ou outro dia?


Vamo ae povoooo!

Até!

domingo, 2 de janeiro de 2011

Encontros da groove

Vamos fazer um por essas semanas? Fiquei sabendo que muita gente se encontrará em Marília esses dias. Que tal sexta que vem? (e se vcs continuarem se encontrando sem mim haverá sangue na água... de tartaruga) 7 de janeiro de 2011?

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Despedida.

Pessoas do blog amado,passarei algum tempo longe de internet.Então só volto a postar/comentar em 2011(2012 vem aí rsrrsrs)
Foi um prazer compartilhar mais esse ano com os senhores,espero que ano que vem possamos continuar mantendo essa 'rede social particular' rsrsrrss
Queria agradecer,embora com a certeza de que algumas dessas pessoas não vão ler,a todos que de alguma forma me ensinaram algo,que estiveram do meu lado,que aguentaram meus dramas.Valeu galera!
Espero ter contribuído de alguma maneira! =)
Amo vocês!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Brincadeira de cachorros.

Parte IV - Depois de Apenas um Saxofone * 

Do caralho! As coisas bonitas têm lugar para acontecerem. Têm exatamente o seu lugar específico. E tempo? Há um tempo determinado ou uma duração exata?
Incrível como as coisas vão aparecendo e parecendo certas, na medida certa. Mesmo quando erradas, certas. Ou será que são assim por não voltarem, não sabermos como seria de outra forma? Não deram a escolha de escolhermos como.
Ou será que é a poeticidade de agora? Talvez não, só a paciência e a calma. De viver.
As coisas bonitas têm o tempo de acontecerem, paciência e calma, acontecem.

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Obs: Descobri que os cachorros mudam, mas a brincadeira continua, sempre.

* Apenas um Saxofone é um conto da Lygia Fagundes Telles.
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Nesse daqui rolou algo mais dissertativo...acontece.


terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Black Rain

Arthur acordou da escuridão com o som de chuva, protegido por um pequeno telhado a chuva não o molhava. As nuvens deixavam a manhã quase tão escura quanto a noite, e a chuva amenizava o calor da segunda-feira de verão que começava. Ele pensou " Nada melhor do que dormir com som de chuva nas férias." virou para o lado e adormeceu com um sorrisso nos lábios. Arthur sonhou com sua ex-namorada, sonho que apesar de o atormentar ainda o agradava bastante, esses sonhos o faziam lembrar da época boa juntos e de quão agrádavel foi o inverno daquele ano. Quando o sonho acabou ele lemtamente se levantou, um cheiro desagradável de cinza molhada tomava o ar por completo, quando Arthur pos o pé descalço no chão molhado lembrou onde estavá. O despertar não foi nada agradável, uma sensação de nojo o invadio quando ele percebeu algumas baratas fugindo do seu pé, e a aguá preta que escorria do mesmo. Ele se levantou e foi até o final do telhado que o protegia da fria chuva, esticou a mão e deixou que alguns pingos caissem sobre ela somente para perceber que junto com a chuva uma quantidade enorme de cinzas caia, transformando-a em uma chuva negra. Ele voltou e caminhou a até o banco que servirá de cama, se sentou com as pernas cruzadas, de frente para a chuva e para o parapeito que revelava uma visão decadente de uma cidade totalmente cinza e esfumaçada. Uma cidade silênciosa. Parecia que o Terror havia passado, agora a grande questão era lidar com as consequencias. Haveria ainda algum poder? ou pior haveria ainda alguém? Arthur havia acabado de acordar e já se sentia exausto, parecia que o peso do mundo estáva em suas costas, mas na verdade era somente o peso da sobrevivência. A chuva começava a ceder quando a curiosidade de Arthur o tomou por completo, ele caminhou até o parapeito e se debruçou sobre onde ontem ele havia pensado em suicidio. A cidade que aparecia diante de seus olhos não era a cidade que ele conhecia, havia lixo por toda a rua, muitos carros batidos mas nenhum circulando, mesmo do terraço de um prédio de 10 andares era possivel ver a quantidade de vidro quebrado e de sangue no chão e as várias pessoas que circulavam quietas, com cabeças baixas e seguindo em direção aleatórias. Arthur recuou rapidamente quando avistou as "pessoas", mesmo a uma distância intransponivel de 35 metros na vertical ele sentia medo delas. Muito medo. Ele respirou fundo e cadenciadamente, começou a se acalmar para voltar a olhar a situação lá de baixo, quando do prédio a frente alguem o avistou. Arthur começou a balançar os braços e sorrir, finalmente algum contato humano. A pessoa chegou perto da janela quebrada e cheia de sangue da cobertura do prédio da frente e esticou os braços. Arthut não entendeu aquela reação, mas não se emportou e continou tentando fazer contato e pensando no que diria. Quando ele decidio gritar, a janela da cobertura cedeu e o individuo caio do 11º andar . Tudo foi muito rapido e o barulho semelhante a um saco de merda caindo no chão fez Arthut recuar até sua "cama". E mais uma vez, a conclusão que ele conseguio chegar foi a de que: Agora era ele contra o mundo.

domingo, 5 de dezembro de 2010

FÉÉÉÉÉRIAS!!!

Férias férias férias!

Só isso que penso ultimamente.

Como estão as cotações para pessoas em Mariland?

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Às vezes eu gosto de subir o volume do Mp3 e fingir que a minha vida é um filme e é um daqueles momentos que sobe a trilha sonora.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Vivo dito.

Vivo dito

A arte Vivo dito é a aventura do real, o documento urgente o contato direto e total com as coisas, lugares, pessoas, criando situações, criando o inesperado. Significa mostrar e encontrar o objeto em seu devido lugar. Totalmente de acordo com o cinema, a reportagem e a literatura enquanto documento vivo. Realidade sem retoques ou informações artísticas. Hoje estou mais interessado em gente que conta sua vida na rua ou no bonde, do que em um relato polido e técnico feito por um escritor. E por isso que acredito em quadro sem pintores e literatura sem escritores. Isso explica por que recentemente as artes visuais encontram, de forma consciente solução no acaso. Foi outra forma de descobrir o outro lado da razão. Entretanto, toda a nossa consciência, toda a nossa razão nos limita, e caímos, muito facilmente, em estruturas elementares e limitadas. “Sempre siga na direção oposta àquela esperada. É a única maneira de chegar a algum lugar”. Acho isso excepcional.
Não sei se já disse isso, mas devemos ir para a rua e não encará-la como um meio de transporte, como se tudo fosse um objeto comercial ou um bonde que nos leva de um lugar ao outro. Cada morte, ou melhor, cada corpo - direta ou indiretamente, claro – tem seu assassino. Embora não seja o momento de jogar a culpa em ninguém, já que isso seria muito pueril, muito simplista, acredito que os comerciantes contribuíram em grande escala para o desaparecimento da pintura, ao torná-la em objeto doméstico e comercial. As pegadas deixadas pelos meus sapatos no caminho de casa até a galeria são mais importantes que o cavalete que se vê ali. Não sei quem disse isso, mas concordo plenamente.
Uma obra tem um significado, desde que tenha sido feita como uma aventura completa, sem que pudesse prever o que aconteceria. Uma vez terminada, não importa mais,tornou-se um corpo. Então, que descanse em paz. O artista contemporâneo perdeu seu senso de eternidade. A passividade do público também deve acabar. Todo mundo sabe muito sobre sua própria vida, ou pelo menos parece saber. E o que mais podemos querer de uma pessoa, além do fato de ela dizer algo que faça seu interlocutor tremer? Vamos esperar que as atividades da Vivo dito resolvam as coisas do lado de fora e façam o público falar. Não vamos nos esquecer de que a Vivo dito está acima de qualquer aventura do contato real e direto com as coisas. As galerias são bordéis opacos que entraram em decadência ao lado dos açougues, padarias, mercados,alfaiatarias,teatros,metrôs,necrotérios,ruas e bordéis verdadeiros.
Conversa em um elevador, olhando para as manchas na madeira:
    • O que é melhor? Isto ou aquilo?
    • Isto.
    • Trazê-lo para ver ou trazê-los para ver?
    • Trazê-lo para ver.


Alberto Greco. Vivo dito. 1963.


Copiei e colei, e deu algumas diferenças..tipo, essas bolinhas são travessões... Texto foda! =D

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Pra descontrair...

domingo, 28 de novembro de 2010

Pausa

Por entre plantinhas e flores e outras coisas que não notava por não serem tão bonitas como as duas primeiras, andava por aí cheio de energia, alívio e ansiedade pelo dia seguinte simplesmente contando com que esse mesmo se repetisse até que...
não, até que nada, nisso não se pensava, era sabido que acabaria, mas de fato não se pensava até quando deveria durar, simplesmente deveria por algum tempo.

O que ocorria? Era lindo, tanto que não se descreve e entende, é preciso passar pelas etapas do acontecimento para senti-lo. É que, exatamente, nada demais se não a normalidade fruto da liberdade. A resenha é simples, mas o sentimento é outra coisa.
Não há pensamento objetivo sobre o que ocorre. É que quase não ocorre, mas flui. As ideias de sempre estão lá, na verdade, o diferente é a manifestação.

É só possível reconhece-la quando terminada a fase, o que reflete toda sua beleza:
mesmo quando algo não funciona, está resolvido em algum tempo que não este e, tudo aquilo que funciona não é notado, mas nem por isso deixa de ser sentido.

Uma hora termina, claro, podendo de certo dizer que trata-se de um descanso, uma hora deve ter seu fim. Quando? Ah, um tropeço, um pensamento em falso e pronto, foi-se o céu. Ás vezes dura um dia, às vezes alguns minutos, ou ainda perigosamente às vezes dura meses, anos. Normal, normal... cair do cavalo faz com que a cabeça não suba rápido demais, nada ocorre sem causa, da mesma fora que nada flui sem uma. A diferença é que no segundo simplesmente não nos preocupamos com a maledita.

Verdade verdadeira, material, é que estamos sempre tranquilos e ansiosos, dependendo da frente em questão. Essa fase é um treco meio hippie em espontaneidade, só que mais elegante, por ser assim sem perceber nem mesmo a própria elegância direito.
Tal é a distinção, a preocupação acaba tendo sempre que nos acompanhar, mas nessas horas quando encontramos poderosa transparência, eu, você e toda a torcida do Flamengo, não ligamos, só agimos.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Brincadeira de cachorros.

Parte I.

Amortecimento.
Será que os tropicalistas iriam gostar dos programas de sábado de hoje?
As imagens que são construídas na realidade - Carmela Gross
The Cult - Caio Fernando Abreu
Propagandas estranhas.
Preconceito por de trás das falas e das imagens.
COSMOFAGIA. É isso que quero e devo fazer.
Agora mais do que nunca lembrar de sentir tudo isso.
Saber saber das coisas que devo apreender. Distinguir.
Indo...Tchau!
Não quero mais me desnudar pra você. Mostrar as veias, as carnes, as cicatrizes abertas.
Sinto até vergonha de ter pensado...que você precisasse saber...
Claro que não. Foi bom, você é você. E nada mais.
Tchau.
(acho que isso foi o maior choque. O externo. O que não sou eu. A falta de obrigação.)






Parte II.


Mas tudo isso já passou,
modificou;sim.
Nem é tão certo assim.
Nem é tão sério assim.
Muito confuso.
Muito interno.
Não sei se devo, não sei se devo.
Osilêncio A mudez.
O que isso significa?
Não sei.




Parte III -Improviso.


Sorte tem as aves
e também as abelhas que se matam sem saber que estão morrendo.
Dramático.
A escolha das palavra é sempre perigosa.
O erro, talvez. A escolha mal sucedida delas.
Foi como devia ser, veio assim e assim será (foi).
Tudo em suspenso, no limiar do entendimento.
As palavras fogem, junto com as sílabas e as letras.
Espanto?
Assim segue...
As coisas mudam sem vermos,
é natural.


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A idéia é ter mais..algo sem fim (ou não)

Não era pra serem exatamente poesias..é a forma de pensamento fragmentado mesmo.

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Beleza

Os homens felizes são aqueles que conseguem amar mulheres feias. Claro que beleza é um conceito relativo e a beleza de amar uma mulher feia está no fato de se quebrar o conceito pré estabelecido de beleza, pois invariavelmente quando se ama, a pessoa amada se torna bonita. Quando se necessita que a mulher amada seja bonita você se prende a conceitos que não vão te trazer felicidade pois o prazer em amar uma mulher bonita socialemnte somente vem na questão de auto-estima, e se a auto-estima é algo que você procura tanto e necessita tanto a felicidade está mais longe do que você imagina. Mulheres bonitas tendem a serem mimadas e como tem sua auto-estima baseada na beleza, vivem a mercê do julgamento da sociedade para manter sua felicidade o que as tornam muito instáveis. Já mulheres ditas feias pela sociedade tiveram que achar meios de serem felizes consigo mesmas o que as fez desenvolverem caracteristicas diferencias das suas personalidades tornando-se assim interessantes e normalmente são pessoas de mente aberta já que entendem quão erroneo é esse excesso de busca e depêndencia da beleza, quebrando assim um dos conceitos mais fortes da sociedade.

Outro comentário que cresceu

A escrita é nossa maneira de registrar conhecimentos,bons ou ruins.É nosso jeito de compartilhar sentimentos,ideias,teorias,receitas de bolo...
Quem não lê,pode adquirir conhecimento.Sim,qualquer situação,por mais simples que seja,pode ensinar muito,desde que se tenha a mente aberta para perceber.
Porém,quem lê tem um universo muito maior de conhecimentos a sua disposição,pois pode saber o que uma pessoa de outro século,de outra parte remota do mundo pensou,viveu,descobriu.
Enquanto quem, apenas depende de reparar em seu cotidiano e em experiências de pessoas próximas,não terá a oportunidade de comparar dados,momentos,ideias,fazer reflexões sobre assuntos comuns ou completamente desconhecidos(sob ópticas iguais às suas ou totalmente inesperadas),ou mesmo se permitir entrar em universos completamente irreais mas que tratam de problemas e mostram valores bastante reais.
Além é claro de ter um vocabulário limitado por seu meio ambiente.Quem não tem vocabulário tem maior dificuldade de se expressar,de articular pensamentos.
Concordo com você Chu,que a vida é muito corrida e talvez não sobre tempo pra sentar e ler um livro.Mas tenho certeza de que essas mesmas pessoas têm tempo de se dedicar a outras coisas vazias que simplesmente trarão mais status ou que não exijam raciocínio,reflexão ou mesmo auto-análise.É uma questão de escolha,queremos ter consciência do que estamos fazendo,ou deixar que outros escolham por nós?vamos deixar a vida passar sem ao menos refletir sobre nossa existência?vamos continuar a cometer os mesmos erros só porque foi assim que aprendemos?vamos deixar de nos expressar por falta de conhecimento?

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Como vocês perceberam,

ou não,tomei a liberdade de mudar o modelo do layout do blog.Percebi que existia sim um modelo que separava a barra de postagem da barra lateral.Procurei não mexer em nada.
A única (talvez) desvantagem desse modelo é quando duas,ou mais,postagens forem feitas no mesmo dia,só a mais recente vai ter o cabeçalho com data.
Comentem.Se for vontade geral da nação tortuguense,volto ao antigo.

domingo, 14 de novembro de 2010

Futuro Encontro Groovial

Ae galera, em dezembro entre dia 09 e dia 12 agente podia fazer alguma coisa com quem estiver em Marília ... oque vocês acham? PS.: Preferencialmente de tarde.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

A Invenção da Infância

Não sei se vocês já assistiram esse vídeo, assisti ele na faculdade durante uma aula de política educacional e foi a primeira vez que eu vi todo mundo sair da sala sem falar nada. Espero que gostem e deem suas opiniões.





quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Ser jovem

We All Want to Be Young (leg) from box1824 on Vimeo.

Quando eu vi esse video a primeira coisa que me veio na cabeça (seguida por milhares de outras) é que eu tinha que postar aqui. Eu queria escrever um tendo ele como base mas não consegui esperar. Apreciem

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Desabafando

Porque o final de ano seria monótono se tudo desse certo.E porque é sempre bom fazer um simuladão antes de prestar vestibulares (de verdade).
Meus agradecimentos ao INEP por garantir assunto na fila do supermercado e histórias para meus possíveis filhos.
V-a-l-e-u!   =D

Só pra esclarecer,não estou super p*,xigando a galera.Acho que as coisas vão se resolver.Maaaaas não deixa de ser uma bagunça vergonhosa e um desperdício.A ideia de fazer um exame único ou pelo menos geral,é execelente.Só falta bom senso e organização.
prontodesabafei.

Lídia