quinta-feira, 28 de julho de 2011

Pra mudar da postagem anterior e fazer Merchan do meu blog

Tartaruguitz,
após a nossa temporada anual de férias nas águas de Marília-Caribe e não tendo mais nada pra fazer além de aceitar o reinício de tudo, para vos animar um pouquinho sugiro dar um mergulho tartarugal no meu blog e conferir o post que fiz sobre filmes que assisti em Julho.
Taí a dica.
Avisos gerias:
-Bruno Carlos, sonhei que você tinha uma banda muuito famosa. Isso lhe diz algo?
-Gigi, volta logo ,sua tartaruga gorda!
-Chu, antes de ficar em choque com a morte da êêmyzinha, choquei muito mais sabendo do teu noivado. Parabéns e boa sorte!
Beijos glugluzais (é um beijo debaixo d'água)

segunda-feira, 11 de julho de 2011

fala galera (Y)

aberta a temporada de encontros grooviais de inverno de 2011
quem estiver em Marília, dá um up aqui pra sabermos quem tá disponível
marcar encontros nos comentários e tal (Y)
procedimento padrão do Orkut agora no VPMT =P aushsauhsa
abraço geral

sexta-feira, 1 de julho de 2011

PdA sábado 02/07

o título é autoexplicativo né =P
tá aí, gente
pensei em marcar PdA sábado agora, já que faz muito tempo que não fazemos isso =T
quem puder ir, está convidadíssimo (Y)
só não tem hora certa ainda :B
bjos abraços blá blá blá (Y)

quarta-feira, 29 de junho de 2011

scréch scréch scréch...
é madrugada.definitivamente, não consigo dormir.é até pior deitar na cama. faz frio e depois muito calor.nem queria que lessem.só queria escrever,mas meu ego (acho) diz pra publicar.quase sempre o obedeço.
me sinto na instalação do cildo, aquela cheia de cacos de vidro que parece um labirinto perigoso e bonito, pra chegar em algo escondido, pequeno e valioso talvez.não me sinto, gostaria de estar.deve ser foda.
me sinto, na verdade, o fiuk no filme as melhores coisas do mundo.é,bem tosca.é isso.
scréch scréch scréch...

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Sentimento Groove forever...

Comecei sem querer vendo as fotos que o Chu tava marcado, fui pro álbum da Marixa e logo já estava relembrando todos os momentos colegiais e seus encontros posteriores no ábum da Lídiene também.

Altas histórias  memoráveis.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Felicidade

Caramba, estou transbordando felicidade e senti que precisava dividir isso no blog. É que eu virei o mais novo estagiário da IBM, a maior empresa de TI do mundo. Isso tem feito eu dormir melhor. Me fez pensar que aquelas tardes perdidas no interação não foram perdidas, foram investidas. Que fazer trabalho voluntário não foi um desperdício, foi um início. Então, eu consegui dar mais um passo em direção ao meu sonho. E espero que cada um do blog também possar dar o seu próprio em direção ao seu sonho. No mais, nos vemos no próximo Encontro GrOoViAl ;D
Em terra de tartaruga, quem posta no blog é rei.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

E se

E se eu fizesse do mundo uma bola oca de argila e quebrasse em muitos pedaços para depois reconstruí-lo da minha forma, iria ficar muito torto?

domingo, 12 de junho de 2011

O Amor está no Ar

Olá tortuguitas lindas! Como estão? Feliz Pior dia do ano pros Solteiros! Como se sentem sabendo que todos estão se beijando, e outras coisitas mais, nesse dia, e você não? O que ganharam de dia dos namorados, crianças? Eu ganhei uma montaria linda no WOW do meu amor. Compartilharei com vocês =) É um foguete rosa de coraçõezinhos com assento de zebrinha da edição especial de dia dos namorados. Lindo, né?

sábado, 11 de junho de 2011

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Meia Noite Meia


Não deixem de assistir os créditos,o Chubs tava na fotografia e eu na direção de arte =D

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Sobre meu casamento

Na verdade eu não sei o que dizer...
Pensei no título antes de jantar e fiquei com ele na cabeça
Só que quando eu pensei o título, tinha uma vaga idéia do que queria dizer, agora eu já não lembro u.ú
Enfim...
Eu acho que a maioria da galera do VPMT não sabe, e se sabe, não foi por mim,
Sabe minha namorada, aquela moça linda que eu amo demais?
Pois é, eu pedi ela em casamento u.u
Que curioso, né
Logo eu que falava que não ia casar, que era impossível jurar fidelidade eterna a uma única pessoa
Pois é... Logo eu
E eu não quero ouvir a opinião dos malditos realistas desse blog, né Ari ¬¬ sinceramente não ligo se é uma promessa vazia, da minha parte não é, e sei que tenho a total liberdade de contar pra M... se isso se tornar sem sentido, coisa que sinceramente não vejo como
Não ligo pro que pensam e quero que vão todos se foderEM ¬¬
Depois que fiz o pedido, acordei todos os dias pensando na maluquice que tinha feito
E NÃO LIGO!
Fiz o que achava certo na hora e ponto
Eu quero sinceramente casar com ela
No civil claro, jamais aceitaria casar na Igreja
Sei lá, sou essa sinestesia emocional que vocês estão lendo u.u
Pra mim tudo o que sinto é verdadeiro
E vocês me conhecem o suficiente pra saber como é isso em mim, sabem que vivo sem ligar pro que pensam de mim, falam de mim ou pra mim
É meu jeito de ser u.u
Falei pra M... uma vez que ia me entregar a ela, porque se no final tudo desse errado e eu ficasse muito bravo com isso, era porque tinha sido de verdade.
Não faz muito sentido eu dizer essas coisas dessa forma um pouco grosseira pra pessoas que não fizeram nada contra e que até então nem sabiam
Mas sacoméné?
Nesse momento só o que importa é que amo meus amigos e minha namorada, não quero mais ninguém do meu lado, não preciso dessas pessoas
Amo vocês, vocês são as muitas pessoas que eu vou rever no inferno (Y) levo vocês comigo no meu coração
E meu bebê...
Eu te amo demais, morena. (L)
Amo muito mesmo s2s2s2
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Escrevi ouvindo:
Crisis Core: Final Fantasy VII
Dreams And Pride
The Inherited Hope
Thge Price of Freedom

domingo, 29 de maio de 2011

Deixe-me entrar

O casal vem caminhando em minha direção. Eles são aposentados e devem estar casados há mais de trinta anos. O outro casal também está se aproximando, vão me ultrapassar em três, dois, um... A senhora passa com os olhos fixos nos amigos e abrindo um largo sorriso, seu marido vai atrás, acenando. Nós, eu, os quatro senhores e muitas outras pessoas, usam este belo parque para mantermos nossos corpos em bom estado.
Pois bem, os casais se encontram e trocam palavras animadas, cumprimentos e incentivos. Essa amizade é cortesia do parque que nos une. De tanto se encontrarem, desenvolveram o costume de beber água de coco depois da caminhada. Enquanto se hidratam, trocam figurinhas sobre os filhos, netos, a vida de aposentados. Quando acabam, voltam para suas rotinas mais felizes.
Há anos nos encontramos aqui, há anos tenho vontade de entrar na vida deles, não com violência ou estardalhaço. Quero apenas assistir o cotidiano comum, vê-los conversar, comer, fazer compras, brigar...
Um dia não agüentei, escolhi o casal que mais me encantava e ousei segui-los. Como imaginava, entraram em um mercado perto do parque. Estava certo também sobre a casa, simples, antiga e pequena. Casa de vó.
Extasiado, observava os movimentos do senhor para abrir o pesado cadeado, cada movimento fora bem treinado ao longo dos anos. Eles entraram, fecharam o portão e sumiram dentro da casa. Estava ficando atrasado para o trabalho, precisava ir.
Durante um tempo continuei indo lá, queria sentir aquela rotina, provar daquele cotidiano tão banal, tão humano. Uma noite tive sorte e consegui vê-los, de relance e por segundos, sentados no sofá, assistindo televisão. Dormi feliz.
Mas não é só dessa vida aposentada que vive minha curiosidade, outras pessoas no parque me atraíam. Meus olhos as buscavam, tentado extrair os detalhes, as histórias, as manias, para conhecer, para saber, sentir e viver um pouco uma vida diferente. Foi por causa dessas outras pessoas que não percebi.
Um dia, lá vinha o velho senhor. Sem sua esposa. Foi então que notei que há um mês ou mais, só o outro casal vinha caminhar. Que também não sabiam o que acontecera porque ao vê-lo, apertaram mais o passo que o de costume e me ultrapassaram em três, doi...
Fiquei aliviado, ela descobrira que tinha artrose e estava com uma fratura no fêmur, precisava operar e não podia mais fazer caminhas. Os amigos ficaram igualmente aliviados, desejaram melhoras e prometeram visitá-la em breve.
Algumas semanas depois, o senhor apareceu acompanhado por um homem de meia idade, seu filho. Minha curiosidade acendeu, senti que tinha algo errado.
Quando se encontraram no carrinho da água de coco, quase corri para chegar a tempo de acompanhar a conversa. Discretamente, encostei-me ao portão do parque, ficando um pouco atrás das cadeiras deles, mas com uma visão boa de suas expressões.
O homem explicava que se divorciara recentemente, não tinha motivo para morar sozinho, era melhor ter e fazer companhia. Olhou com ternura para seu pai. A senhorinha fez um comentário de aprovação e perguntou: ‘Como está sua mãe? Está animada pra cirurgia? Precisamos ir visitá-la, né bem?’Antes que seu marido terminasse o aceno afirmativo e dissesse qualquer outra coisa, o homem arregalou os olhos e virou-se: ‘Pai?!’
O aposentado olhava para o chão, não iria explicar. O filho virou-se para o casal que observava a cena com espanto. ‘Minha mãe faleceu... ’. O pai levantou-se e voltou para a pista, fui atrás dele.
Enquanto me esforçava para ficar próximo, minha mente vagava pela casa vazia do viúvo. Aquela casa antes simpática e convidativa, agora parecia mais um depósito torturante de lembranças, por todos os cantos havia pedaços, restos dos anos de convivência. Os móveis exalavam recordações, as paredes expunham a genealogia da família, dezenas de rostos sorridentes. A cozinha e o quarto eram os maiores vilões, neste ficavam as recordações mais concretas, as roupas, bijuterias, os sapatos e perfumes. Naquela ficavam as lembranças das refeições, comidas saborosas (ela cozinhava tão bem!), dos Natais e até das noites de insônia, quando o dinheiro estava mais apertado e ela aparecia no meio da madrugada para lhe fazer companhia.
De repente ele parou, com uma mão buscou apoio num poste, com a outra cobriu os olhos. Rubem Alves escreveu: ‘A saudade é a presença de uma ausência’. Naquele momento, a Ausência estava ali, tentando olhar em seus olhos.
Foi então que aconteceu.
Eu estava apoiado no poste, aquela dor era minha. As lágrimas, grossas e quentes, escorriam por meu rosto, pescoço e molhavam a cola da camiseta. A garganta apertada pedia: ‘Grita!’, mas eu só soluçava. No escuro dos meus olhos fechados, via nossa casa ocupada apenas por mim e pela Ausência. Ela passava os dias comigo, almoçando, sentada no sofá, a espreita no supermercado e dormindo, quieta, fria, de costas pra mim, no lado onde todos esses anos Ela dormira. A dor pesava, minhas pernas não suportaram mais, fui sentando, me encolhendo.
O filho apareceu e o abraçou. Eu voltei a ser eu. O casal de amigos também estava ali, apoiando, sem nada dizer. Havia uma ferida exposta na calçada, os caminhantes observavam,paravam e comentavam. Alivia assistir o drama alheio, no segundo seguinte ele acaba e a vida volta ao normal, lá no fundo todos os expectadores pensando: ‘Ainda bem que não é comigo’. Era comigo, eu era parte de tudo aquilo, eu era um pouco aquele aposentado, eu participara da vida de casado e de viúvo, eu era uma parte... A senhora amiga percebeu minha presença intrusa e se espantou com meu rosto molhado e meus olhos inchados, havia dor em meu semblante. Os olhos dela me perguntavam o que estava fazendo e eu queria responder, era a chance de fazer parte daquele grupo, de entrar de fato naquela vida.
‘Nada!’
Saí correndo, precisava trabalhar, ainda tinha que tomar banho.
Quando meu corpo disse chega, obedeci. Ofegante, admirava as ruas de meu bairro com um amor incrível, também sentia um enorme desejo de entrar em todas aquelas casas comuns, conhecer seus cheiros, seus fantasmas, seus móveis, sua vida.
Perto de meu prédio encontrei uma vizinha. Era uma moça de uns trinta anos, bonita, solteira, morava sozinha. Mas quase nunca ficava sozinha, sempre recebia visitas, fazia festas, jantares, lanches, chás. Tinha um jeito de viver que me encantava. Eu gostava de como ela se vestia, expressava bem sua personalidade vibrante. Também tinha um jeito delicado de se maquiar. Não precisava segui-la, sua casa era encostada na minha, podia ouvir facilmente o que se passava do outro lado, era um prato cheio. E naquele dia, ela me deu uma ótima notícia: ‘Hoje vou te incomodar, Jairo, minha melhor amiga voltou de viagem, vai ter uma comemoração lá em casa’.
Foi o suficiente.
Tomei banho animado, teria festa, precisava pensar em que roupa usar. Porém havia um peso em meu peito, a ausência de alguém estava presente, uma saudade, lembrança de uma vida passada.
Lídia,com ajuda da Marie

quarta-feira, 25 de maio de 2011

HOJE É DIA DO ORGULHO NERD

Galerística tortuguesa!
Gostei de ser calendário do blog.
Como sei que aqui tem os assumidos, os não assumido e os que estão para assumir a nerdisse, essa data tem que estar em vossos corações.
=D

terça-feira, 24 de maio de 2011

Procura-se Fernando Coneglian Saraiva

Aproveitando a vibe de efervescência do blog.. gostaria de saber se alguem tem algum contato do Fernando. Ou se o próprio surge.
Precisava falar com ele.

Valeus!

DIA MUNDIAL DAS TARTARUGAS

Tortuguitas do meu coração!!
Ontem, 23 de Maio, o mundo celebrou a existência dos seres mais ....seres: as tartarugas!
'Somo nozes', meu povo!
E....também, Rubens Barrichello completou 39 anos!
'É ou não é totalmente excelente?'

segunda-feira, 23 de maio de 2011

AMO VOCÊS

Amo amo amo amo! Ando amorosa ultimamente. Só pra constatar.
----------- Agora, as últimas notícias da minha vida em primeira mão (já que todos querem saber da minha vida pq normalmente ela é muito divertida, e de grande relevância social):
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----------- Ando com muita saudade de todos vocês, pq alguns de vcs não vejo há muito tempo. tenho saudade também dos tempos da escola, q podíamos ficar todos juntos todos os dias, e eu provavelmente estaria falando todas essas coisas pra voces pessoalmente. -----------
Terceiro ano de faculdade, já tô com síndrome de quarto ano, achando que tudo vai acabar e eu não cresci nada. Me sinto a mesma pessoa do 2 colegial, e ainda quero fazer a grande maioria das coisas que eu pensava na época. Me sinto criança pra enfrentar uma vida "adulta", cheia de gente séria e chata, cheia de compromissos e sem piadas ou conversinhas bobas. Ah, sinto muita saudade da conversa boba. ----------
Esse ano faço 20 anos (oh meu deus), me sinto até que bem comigo mesma, mas confesso que me imaginava mais adulta com 20 anos. Meus planos para os 20 anos eram um pouco mais brilhantes, eu acho. Mesmo assim, me sinto feliz, mas confesso que me assusta pensar que tenho celulite no bumbum e isso é irreversível, e que não perco peso tão fácil agora, e que tem um vasinho quase parecido com varizes aparecendo na minha perna, e que simplesmente tudo não vai ficar melhor, não vou crescer mais nem meu corpo vai mudar. ---------
Agora, uma divagação sentimental. Li uma coisa essa semana no facebook do Chala, que me fez pensar demais - era uma frase, dizendo "Permita-se mais". Ultimamente tenho seguido isso à risca, me permitindo abrir o coração pra um monte de coisas q eu andava fechada, fazer coisas que não são lá minha cara e me deixando ser um pouco mais feliz. Esses dias ouvi muito q eu não pareço eu mesma de outros amigos, e fico muito feliz por isso, pq finalmente tô sendo eu mesma, q tinha se perdido em algum lugar depois do terceiro colegial. Por muito tempo, vocês groove foram os únicos que conheceram a Marixah do jeito mais natural, mais besta e mais feliz q eu já fui, e queria conseguir ser assim com todos. Essa é a minha opção de vida, agora. ------------
Terminei um namoro que tava ficando muito ruim, com o respectivo ex que alguns de vocês tiveram a chance de conhecer. Porém, eu não seria eu, se eu já nao tivesse namorando de novo, né. Então, estou namorando de novo, e dessa vez muito feliz X) essa é a razão da amorosidade.
-------- Quem tiver em Marília no feriado do dia 23-26 de junho, pode ir comigo na Festa das Cerejeiras e conhecer meu novo (e agora pra valer) namorado. Ele não mora em Marília, e penso em um dia me mudar pra Porto Alegre, depois que eu me formar no ano que vem. Além de conhecer ele, podem passar um tempo na minha presença ilustre, que acho que é a parte mais importante de todas, claro.
---------- (ah chu, sabia que ele me lembra muito você? acho que é por isso q gosto tanto dele)
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----------- Beijos lindos!