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sexta-feira, 16 de setembro de 2011

526ª postagem e baseado em fatos reais

Anda meu povo!
Este blog tem seus altos e baixos, eu sei. Mas vamos dar uma postadinha básica !
Então lá vou eu.
Estou com saudades de todos e imagino que cada esteja envolvido loucamente com as coisitas da própria vida. Neste post vou lhes atualizar sobre Água de Banheiro é de graça.
Sim, até hoje me perguntam o significado deste nick. Você sabem.
Bom, bom. Terminei meu Terceiro Comando da Capital (porque este é rival do Primeiro), uma verdadeira tortura. Mas resisti, caras tartarugas.
Bom, outra coisa que quero contar aqui é que ainda não assisti Harry Potter. Na verdade isso foi um assunto pra iniciar uma conversa nos nossos comentários, saca conversa de elevador?
Sim, eu sei o que estou escrevendo. Sim, estou sem ideias para escrever algo do tipo.
Não, eu não ouço vocês me perguntando ou falando comigo enquanto escrevo algo no blog.
Acho nosso blog muito bom e...vamos voltar com as nossas enquetes?
Não de escolher os textos, mas de algo bem tartaruguístico.
Última coisa que quero escrever aqui é que ganhei do meu pai um caderninho com páginas em branco (amarelas), sem pauta. Isso é um desafio à criatividade. Pronto.
Ah! Última coisa de verdade: hoje eu não tive aula. Por quê? Deveria ser realizado na PUClândia o 1º Festival de Cultura Canabica. ..
Bom, isso é tudo pessoal.
PS: Esta foto é um flagra que dei nas mosquinhas do banheiro de casa. A narração a história deste casal fica por vossa conta.
PS2: se me permitem, mudei as configurações do nosso blog para as mais atuais. O que significa: nada de mais.
=P

terça-feira, 9 de outubro de 2007

"Há apenas dor e torpor..."
Por toda parte, ele as via. Olhava para cada uma e pensava se não seria ela. Mas nunca a sorte sorria para ele. Tentou fugir da realidade em revistas que as mostravam como tinham vindo ao mundo, mas isto só lhe trazia de volta à lembrança de que ele não as tinha.
Não precisava ter todas. Uma só já bastava, desde que fosse gente boa.
"O que me falta? Do que preciso? Quanto tempo mais devo esperar?". Sua sensação era como se não houvesse mais alegria no mundo para ser sentida. E mesmo os textos que escrevia... de nada adiantavam. Escrevia-os apenas para chamar a atenção. Talvez a atenção de uma delas...
Não. Precisava conhecer novos ares, gente nova. A Esperança é a última que morre. Humpf! Frase ridícula, no contexto. Se bem que, quando se está num mar de tristezas, a única coisa que se vê são lágrimas. O afogamento nas tormentas da depressão só permite que se veja o seu sofrimento refletido nele. Um sofrimento que espanta a Esperança e não permite que ela volte. Pois quando a tristeza ganha alguém, ela vence as batalhas afastando do deprimido suas armas de defesa.
Precisava agir rápido, antes que caísse mais fundo na depressão.
Mas de que adianta, se não terei o que quero?
Como sei que não terei?
Terei?...