segunda-feira, 15 de junho de 2009

Responsabilidade

A maioria das pessoas se lembra de sua infância com um bom tempo. Pensando bem, o que tinha de bom? Ausência de responsabilidade. Na maioria das vezes isso nos faz sentir livres para criarmos relações, conhecer novas coisas e lugares e as coisas que fazíamos de bom em nossa infância. Porque nos sentimos tão bem quando estamos livres de responsabilidades? O que incomoda tanto no conceito dever? Pagar contas, estudar, trabalhar, cuidar de nós mesmos. Todas estas coisas custam às vezes até demais de nós. Será hipócrita então um ser que estrutura uma sociedade de modo a exigir cada vez mais de seus membros e vive se queixando disso? Talvez, mas esta não é a única coisa com a qual podemos nos sentir hipócritas. Muitas coisas ao nosso redor, muitos dos nossos desafios, fomos nós que buscamos por eles. E a liberdade de escolher nossas futuras responsabilidades nos dá a sensação de que somos nós que construimos. É provável que seja verdade, aquilo que buscamos com coragem conseguimos. Mas ao mesmo tempo é muito fácil se queixar de seus problemas ou das pessoas. Admitir seus próprios problemas não é nada fácil. Os mais velhos sempre ressaltam como a vida adulta exige de nós. Será o conceito de difícil uma própria barreira nossa? Afinal, o que faz nossos problemas às vezes tão insolúveis? Criamos nossos medos secretos e lutamos com ele às vezes da melhor forma que pudemos ainda que sem resultados. Olhar o outro lado de um problema, admitir preconceitos, mudar, aceitar críticas são o tipo de coisas que costumamos evitar cegamente. Se em um dia você afirma que tudo tem vários lados, no outro você culpa sua sorte pela sua reprovação no vestibular. Às vezes até nos escondemos na idéia de que algo externo provocou a situação, de que é um pagamento por algum pecado, de que tudo faz parte de um plano; é claro, o pensamento mais confortante. Somos capazes de ir muito longe com nossas mentes, mas às vezes nos esquecemos de que justamente foi nossa mente que nos levou lá. Sempre seremos nossos maiores inimigos.

sábado, 13 de junho de 2009

O tiotio também escreve.

O Peru que fala. Meu Pai... Alfaiate... Luiz Marquesi Minha Mãe... Excelente Dona de Casa... Albonea Brancalhion Marquesi Família que na época eu já considerava grande... quatro homens, com nomes iniciando pela letra L, e três mulheres, ou meninas, como chamo até hoje, com nomes iniciando com a letra N. Eu particularmente, por ser o caçula, escapei de me chamar Lauro, e meu pai sabiamente ouvindo a Rádio nacional do Rio de Janeiro, descobriu o "Laudizio... mago das jóias..." e o acréscimo veio no dia do aniversário, inspirado no Santo do Dia... São Jorge. De Garça, interior de São Paulo, para o "Parque Peruche", na São Paulo de 1955, foi um pulo... Minha irmã Neide veio na frente em 1954 e foi ser "telefonista" no Hotel Jaraguá, ali no edifício do atual jornal Diário de São Paulo, na época d`O Estado de S.Paulo. Com o advento das comemorações do IV Centenário da cidade de São Paulo, em 25 de janeiro de 1954, foram enormes as comemorações, com uma São Paulo brilhante e recebendo artistas do cinema norte-americano. Na época já existiam as transmissões de TV, para "poucos privilegiados" e o Rádio continuava imbatível... Vamos dar um salto no "tempo" e vamos a 1958... Que ano maravilhoso... Brasil Campeão do Mundo na Suécia... ano em que nascia para o futebol Pelé... Transmissões de Rádio via "cabo submarino da Europa até Pernambuco" e depois "via micro-ondas pelas repetidoras"! Ao microfone, Edson Leite, Pedro Luiz... e apesar do "chiado" a festa era muito grande cada vez que o Brasil marcava um gol... Final de Copa, 29 de Junho de 1958, dia de São Pedro, milhares de balões com as cores do Brasil e um foguetório enorme... Que emoção... que alegria... Mas vamos a Setembro daquele ano... Tinha na época um programa na Rádio Nacional, hoje Globo, com um apresentador novo que viera do Rio de Janeiro e que por ser muito vermelho, era conhecido como "o Peru que fala", e seu programa era feito durante todos os dias às 12 horas... Um belo dia, ele apareceu na porta da minha casa ali na Avenida Casa Verde, 1130, e perguntou se usávamos os produtos "Cruz Azul"... Naqueles tempos as opções eram poucas... e é claro que tínhamos "Cera, Desinfetante e Creolina Cruz Azul...”, logo, minha mãe foi contemplada com uma "panela mágica"! Ao meio dia, a patotinha que não trabalhava ouviu "ao pé do rádio" com muita alegria e emoção pelo "Peru que fala", ou como hoje é mais conhecido... "Sílvio Santos"... Com certeza, muitos amigos atuais agora irão saber, de onde vem esta minha "fantástica paixão" pelo Rádio. Laudizio, ou Jorge, ou Marquesi... Os três numa só pessoa! Foi o Tio Jorge, pai da Dép quem escreveu. Esta história é verídica.

Eu odeio Rock N' Roll

Imagine de repente você se encontrando com trinta anos? Tudo aquilo que sonhou para tua vida quando mais jovem… uma profissão estável, a garota que sempre sonhou e que nunca lhe deu a mínima chance. Ela, casada com você, filhos adoráveis, imóveis, carros, dinheiro, futuro e uma aposentadoria garantida em viagens a outros países.

Agora volte a realidade e note que nada disso aconteceu. Você trocou todo este sonho americano de sociedade perfeita por uma vida bandida de roqueiro de fins de semana. Loucura de uma vida sem rumo… dinheiro para comer somente durante um dia, um emprego instável em uma loja de discos de segunda, onde apenas moscas e fãs de rock progressivo vão para achar porcarias velhas e sujas, como o primeiro LP do Deep Purple.

Este sou eu, acredite ou não. Eu tive a liberdade de seguir aquele primeiro caminho, mas uma garota chamada Ana me trouxe pra cá, neste beco escuro, imundo e sem volta. Por isso, mais uma vez repito enquanto apago meu décimo cigarro do dia, que começou pra mim há quarenta e cinco minutos atrás, por mais clichê que isso possa parecer: Eu odeio o rock n roll!

Não esse texto não é meu ... mas como é um texto que eu gostei bastante resolvi postar aqui =P Créditos : http://www.nerdssomosnozes.com/

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Irresistível

Conto-lhes um conto noturno. Era uma moça, bem conhecida, fazia um social básico pra não perder o 'conhecida'. Descobriu quase acidentalmente que tinha um admirador secreto. Esse era um garoto muito quieto, misterioso por isso, sempre a observava e depois de um tempo começou a seguí-la. A moça logo percebeu . Situação tamanha que ela já até tinha desgosto da companhia pesada, porém ausente do misterioso. Essa incoveniência do garoto se tornou algo obsessivo . Oh Gosh! Tentava disfarçar seu incômodo conversando em roda...sempre com pessoas ao redor. Nunca só. ---Nunca só--- Bateu o sino de término, ela andava pelos corredores e ouviu passos rápidos que acompanhavam seu ritmo. Era ele. Sem dúvida! Correu para o banheiro feminino, lá estaria segura, isso se ele tivesse o mínimo de bom senso... digamos moral, num sentido fraco. Porém, ele não o tinha. Ela entrou na última porta, onde tinha uma grande janela que dava para o viaduto mais movimentado da cidade.É óbvio que nunca ninguém entraria naquele sanitário, então lá ela estaria salva duas vezes.--- Fique imaginando amiga---. Ela pensa numa solução para a perseguição: se entregou ao admirador com cara de "que coincidência você aqui", apenas para não mostrar seu extremo medo e para evitar o susto da descoberta. Num veloz salto ela pula em suas costas e começa a tapeá-lo com soquinhos mais mesquinhos que a palavra 'soquinhos'. "Basta!!! Seu louco. Deixe-me em paz. Pelo amor de Deus!!" Ora, que deslize total ela cometeu. Percebeu todo aquele charme de mistério, e se lançou em beijos de alface americana fresca. Vai querida, "escarra nessa boca que te beija". Não dá, é irresistível. Chega né. Vamos embora, já deu a hora. Até amanhã. Até. Se cuida! Desculpe caros leitores, mas este conto noturno me ocorreu desse modo, assim como seu término, cheio de obscuridades e rudezas. Adeus.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

parar pra viver, yeah yeah yeah

"A geração que acredita..." Às vezes me pego cantando músicas antigas, carga extra de lembranças e nostalgia dos tempos e amigos que passaram. Lembram quando fazíamos planos e saíamos todos juntos, como se o tempo fosse algo muito distante e os anos não se passavam? Ainda me lembro quando eu aprendi a cantar músicas novas que hoje não ouço ninguém mais cantar. "Num mundo novo, onde todos querem a paz..."

sábado, 23 de maio de 2009

Orquídea de Sangue

Observava as orquídeas com carinho, quando a porta da estufa se abriu. Era meu marido:
-Você não vem?Seus pais já chegaram.
-Estou indo. As crianças estão prontas?
-Até quando você vai chamá-los de crianças?Já são adolescentes.
-Até quando eu quiser. Vá na frente e diga que já chego - ele fechou a porta com força ao sair.Respirei fundo, em alguns instantes seria a esposa dedicada muito feliz pelos seus 25 anos de casada.
Mal entrei na sala e meu marido disparou seu clássico elogio:
-Como você está linda! - tive que abrir um sorriso, fazia parte de nosso teatro.
Os convidados foram chegando, as risadas aumentaram, os salgadinhos foram servidos. Tudo acontecia como o planejado, quando meu cônjuge começou a paquerar uma amiga na frente de todos. Sabia que ele tinha amantes e não me importava.Mas deixar claro para nossos amigos e parentes o quão falso era nosso casamento, fazia meu sangue ferver.
Felizmente, minha melhor amiga me chamou para o jardim, dizendo que precisava contar algo importante. Quando estávamos bem isoladas da festa, ela olhou nos meus olhos e disse:
-Estou noiva! - a sensação foi a de um soco no estômago.Dois segundos depois meu automático, bem treinado, abriu um sorriso, desejou felicidades e a abraçou.Depois ela começou a contar detalhes do pedido, das idéias dela pra festa.Poderia até parecer que prestava atenção, mas minha mente estava ocupada com recordações das tardes maravilhosas que passamos juntas na estufa, compartilhando nossa paixão por orquídeas, nas festas, nos jantares, nas risadas... Não conseguia acreditar, ela sempre dissera que o casamento limitava as pessoas, que estragava qualquer relação!Provavelmente depois da boda, não passaríamos tanto tempo sozinhas.
No decorrer da festa, fui tomando consciência do vazio que existia dentro de mim e que durante muitos anos, eu maquiara. Foi ficando cada vez mais difícil sorrir para as fotos. Quem era aquela mãe?Aquela esposa?Eu era totalmente diferente, eu não queria ter um marido, talvez não quisesse ter filhos.
Quando percebi, a festa tinha acabado.Meu automático tinha cuidado de tudo, como sempre. Achei que devia ir para a cama, mas quando fui apagar a luz da cozinha, vi os talheres secando no escorredor. Então me lembrei da técnica de entalhe que minha amiga tinha me ensinado, era relaxante.Decidi entalhar uma flor na mesa da estufa, peguei uma faca.
Já estava no meio do quintal quando ouvi a porta da cozinha se abrir. Congelei. Sabia que era ele:
-Vai chorar pelo casamento da sua amiga? – não me virei, ele se aproximou e sussurrando, continuou-Que pena!Ela ama o noivo, não você... - “Estou noiva!”,lágrimas escorreram pelo meu rosto-Nem ela te quer... - lembrei das cartas apaixonadas que escrevera para ela,há muitos anos- Você se tornou amarga - pais tradicionais, namorado obcecado - Você nunca tentou me amar - chantagem-Só não peço o divórcio por causa do status - medo, casamento, frustração-Mas eu te odeio!
-Eu também.- respondi com voz trêmula.
-Começou a perder a covardia?- me virei para encará-lo, sentia um profundo ódio-Você sempre foi covar... - com um movimento rápido, cravei a faca em sua barriga, ele tentou me bater, mas eu estava muito forte, tapei sua boca e o derrubei no chão. Eu estava completamente cega pelo ódio, não me importava se ele estava sentindo dor, se seu sangue estava espirando em mim, nem se meus filhos estavam ouvindo.
Não me lembro de quando parei , quando voltei a mim estava sentada em cima dele,coberta de sangue. Eu o golpeei dezoito vezes. Inconscientemente, entalhei uma orquídea em seu peito.
Deitei-me ao seu lado, estava em paz.
Acordei com os primeiros raios do sol e, por um instante ousei pensar em um recomeço. Olhei para o corpo de meu marido. Que belo recomeço de vida, eu seria presa, meus filhos e minha querida amiga me odiariam, sentiriam vergonha pela minha covardia.
A minha vida era um fracasso. Não tivera coragem quando deveria e assassinara meu marido. Só me restava uma saída. Corri para meu quarto e peguei um lençol. Escrevi uma carta para meus filhos. Deitei-me novamente ao lado dele e nos cobri. Em pouco tempo, o sangue que saía de meus pulsos manchou o lençol. Era a última vez que nos deitávamos lado a lado.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Desconstruindo o cotidiano.

Quantidade maior ou menor de pessoas indeterminadas! Conto-lhes um sonho meu. O ruim é que selecionei um que não revele o que reprimi e que agora está em meu inconsciente. OK!? Não achei algo transcrito após meu despertar forçoso ( esta palavra me lembra o Professor Moraes de biologia, quando nos dizia que algumas plantas são coloridas,ou seja, VISTOSAS...forçosas é bem parecida foneticamente). ^^ Estou vos enrolando. Uhumm. Beeem.... AH! Vou escrever-lhes as cirscunstâncias da prosa que tive hoje, sexta, com meu colega de faculdade. Ele se chama Rubens, é casado e tem 3 filhas e um cachorro que se chama...não lembro.=P Tudo começou quando ao me dirigir pro metrô percebi que teria muuuito tempo livre antes do almoço...então me veio uma vontade de ir a algum sebo. Sei que Rubens tem como programa cotidiano ir aos sebos na sextas- feiras. Procurei-o e ele concordou em irmos juntos. _______________TO BE CONTINUED________________ JÁ QUE ESTAMOS COM FALTA DE LEITORES E NOSSAS PRODUÇÕES ESTÃO EXCESSIVAMENTE EM EXCESSO, CONTINUO NO BLOG Em idéias! Para continuar a ler este...humm...texto clique no link abaixo: http://www.prizapozzoli.blogspot.com/

Fala sério...ótima jogada de marketing! ;)

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Maria Amélia poderia ser o nome dela.É um nome bonito.

Foi ontem mas vale por hoje, vale enquanto estiver na memória. Uma moça aos seus 33, 34, 35 ou talvez 36 anos. Extremamente cansada, olha, não só olha, observa as pessoas ao seu redor, tomando pra si a essência que emana de cada um ali. Em seu tour de sucção essencial encontra o meu olhar, não desvia,pelo contrário, busca entrar na mente. Não desvia, como todos fazem com medo de assim revelarem seu mais íntimo ser, e ainda por cima toma a minha função de tentar entrar nas mentes das pessoas... que absurdo! Desvio o olhar. Auto-decepção, devia ter mantido, não é sempre que encontramos amigos. Ela, mantem o brilho especial no olhar que contrasta com a fisionomia e está para ir embora. Pego o caderno, dá tempo, dá tempo, vai dessa vez não irá se arrepender de não ter feito. Um bilhete, colocar na bolsa? Dar pessoalmente? ou colocá-lo no capuz da blusa? Ela está ainda lá, aora, na minha frente, é a oportunidade certa. "Apesar de tudo. Ainda há um um brilho no olhar." Este é o bilhete que nunca escrevi, algumas palavras, até mesmo a frase inteira pode ter se alterado no caminho... Mais um dia, cansado, lento e vivido. Mais uma vez uma vida passageira perdida. Lala lalala la la lalala la lala lalaala lá. Falta algo. Na hora certa será lembrado.

sábado, 16 de maio de 2009

Fuga fuga fuga.

Artista não, artista não mesmo. Nem o idealizado nem o real. Todos são meio forçados (pausa), esteriotipados. eahueahueahueahua (pausa) haha. Franz Weissmann, um dia decoro esse nome. Mas vamos pra outro artista. Kurt Schwitters,esse quase decorei. Esse é o cara da MERZ. Lindo demais. A desconstrução já foi toda desconstruida e teorizada? O que nos resta? Chega de arte, isso mata. Mas isso também é toda vida. Pois então entramos num dilema cuja a problemática...eahueauheauhaeeauaehuaeuh Arte e vida, Marlene. Precisamos de outra guerra ou já estamos em uma? CLICK tá tudo voltando CLICK tá voltando CLICK TÁ TUDO VOLTANDO e nada é por acaso. Dúvidas e certezas nem tão cetas e nem tão reais ao ar.

Com creta-ti-ismo.

Ééé...devia estar pesquisando isso. É bem interressante o concretismo. Mas rapidão, escreverei brisas de trabalho. SABE O TENHO QUE FAZER PARA FAZER? FAZER. FORMA TO FOR MORFATO MATO MORFA TO FARTO MORTO FATO FORMATO. Pronto. Pesquisarei em paz. =D

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Sequestro de blog? Talvez....

Dia nublado. Tempo. Não tenho todo esse tempo do mundo (haha! homenagem à Berenice), porém, de alguma forma meu corpo acha que sim. Ando e converso automaticamente. Durmo à tarde toda. E claro me sinto mal, pois não podemos deixar de produzir. Muitas idéias, nenhuma realizada. Não é novidade. Idéias que não são passadas a diante não existem (segundo professor de filosofia), logo, não existo. haha =D Falando tudo isso parece que estou muito depressiva e blablabla. Mas gente eu to bem! eu to bem! Muito bem, mesmo. Causo do metro rejeitado: Sé 7:00, lotado é pouco. Arranja-se um cantinho bem, mas bem pequeno pra ficar. Próxima estação, Paraíso ( muita sacanagem do metro colocarem esse nome.). Mulher quer descer, como está na porta, desce também para dar passagem. Um casal de japoneses velhinho ficam felizes. "Olha! Tem um espacinho ali". Entram felizes. Fico pra fora. No vagão todos riem. Metro fecha as portas e vai. Vento no rosto. Respiração. Já já chega outro. Alegria por dentro. " Pelo menos tenho algo pra contar quando chegar em casa" Pronto, algo mais feliz. Descarregada a vontade de escrever.

domingo, 26 de abril de 2009

Alguma manifestação após as tentativas de manifestações!

\o/ Alguma manifestação após as tentativas de manifestações! Hey Ho ! Let's go povo do VPMT !

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Abandono

Nossa,que abandono!Foi só eu casar que ninguém mais escreve?Eu influencio tanto as pessoas que quando não estou mais por perto elas não sabem viver...Arrogante?Eu?Never!Olhem a Lídia,foi só não visitar mais,pronto!Nunca mais escreveu nada que prestasse, porque aqueles textos viajados sem nenhum sentido,feitos de improviso pra dizer que ainda escreve,não é texto pra mim,é embromation(como estou estrangeira hoje!). Acho que ela vai chorar com esse cometário,ela é tão sensível.Me manda e-mails muito deprimidos porque já não escreve mais como antes,pede pra que eu vá visitá-la... Estou sentindo saudades dela,era a única amiga internacional que eu conhecia pessoalmente. Acabei de descobrir que estou na crise da meia idade.Já casei,já não viajo quando quero,pra onde quero... Vou fazer terapia,quando voltar a me sentir a última bolacha do pacote(era isso que a Lídia pensava de mim,e eu concordo) volto pra melhorar e levar adiante o blogzinho de vocês! Au revoir!

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

Pedras

As cores eram as mesmas, os lugares e as paisagens estavam iguais, mas ela, de alguma forma, já não era mais o que fora no passado. Levantar – se da cama era difícil, mas a vida lhe ensinara que mesmo que passasse anos deitada ali, a única coisa que mudaria seriam as molas do colchão. Era linda até pouco tempo atrás, mas todo aquele desgaste trouxera novas rugas á sua face, olheiras para os seus olhos e uma pedra em seu coração, e isso... Bom, isso não tinha jeito. Depois de se vestir ficou fitando o telefone. Ele já não tocava mais. Vivia mudo, era como ela. O caminho para o trabalho continuava o mesmo, mas a cada dia parecia mais penoso. O próprio trabalho já não oferecia mais o prazer de antes. Nada mais era como antes. A vida estava uma bagunça e parecia cada vez mais difícil consertá – la. O pensamento voava longe, para onde sua razão parecia estar. Já no fim da tarde, seguiu o mesmo caminho de sempre para casa, enquanto olhava para o chão, pensou ter visto pés conhecidos. Se pôs a chorar, aqueles não eram os pés certos, os pés que ela ansiava ver não voltariam. Sua cabeça e seu coração sabiam disso, mas sua alma, novamente incompleta, parecia não querer aceitar a realidade. Era um pedaço de si mesma, tudo que um dia fora um ser humano feliz. Era engraçado como um nada poderia acabar com tudo, como um pedacinho de algo errado transformasse sua vida a ponto de ela não saber quem era e só ser capaz de saber quem queria ter. Desistiu de seguir para casa e deslocou sua rota para o único lugar com o qual ainda sentia alguma ligação. Andou por entre as pedras e fotos tomando cuidado para não pisar em nenhuma flor. Os nomes apagador nos lugares sem flor lhe davam medo, medo de esquecê – lo, de que ele perdesse sua identidade e passasse a ser apenas uma foto na pedra, deixasse de ser verbo, história e poesia para ser apenas substantivo. Mas aquilo não aconteceria, não enquanto ela não deixasse acontecer. Chegou em seu destino e sentou – se no chão analisando a foto e as flores do dia anterior que pareciam padecer como todas as coisas que lá estavam. Esquecera de levar as flores e se amaldiçoava por isso. Deixou que uma lágrima rolasse por sua face, lhe admirava que ainda a tivesse. Murmurou “eu te amo”, talvez pela milésima vez desde que o corpo fora tirado do hospital. Fechou os olhos, deixou que a tarde caísse, logo viria o amanhã.

sábado, 13 de setembro de 2008

O BANQUETE.

CONVIDADO1:Heyyy!! Me passa o morango!
CONVIDADO2:Perae. Cadê a banana?
CONVIDADO3:Putzz. O Kiwi caiu dentro do chocolate. NÃOOO!! É O MEU. ...AFFF..
CONVIDADO2:Eita estresse! Perdi a minha manga e peguei o seu kiwi sem querer...calma..
CONVIDADO2: Ahãããã! Consegui! PARAA....
CONVIDADO1:Desculpe, não teve como evitar, o morango acabou e o seu é o último...=P
CONVIDADO4(irritado com toda a situação de desordem): Gente, assim não dá! Comportem-se como jovens civilizados . O que a família da Marixa vai pensar?
Tia da Marixa entra em cena e fala em particular com a Marixa.
TIA DA MARIXA:................?
MARIXA:............. .
TIA DA MARIXA:..................................................................
.....................................................................................................
...................................................................................................... !
MARIXA:... .

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

continuação da história do ventilador(veja em "postagens mais antigas")

Então o ventilador disse oi. Ele disse oi(cara, um ventilador diz oi?Estamos em um universo paralelo e eu não sabia??). No começo ninguém acreditou na história da menininha, que o ventilador tinha dito "oi". Mas com o tempo, começaram a perceber de onde vinham aqueles sussurros de "gol" quando a família via futebol, aqueles suspiros quando a família via filme e uma espécie de tchau meio ventoso quando a família voltava pra casa... (agora vocês continuam)

O Pensador Moderno

(...) (...) (...

segunda-feira, 7 de julho de 2008

eh .... minha busca acabou ... nao achei o maldito DVD-R do kiss unplugged ... bom mas fica la no bzk meu post do DVD-Rip e soh ele e se vc pensar q eu sou desistente .. tente procurar vc pra ver se vc nao desiste tbm ... e se encontrar .. me manda a prova e eu te dou um parabens
eh ... como esperado nao deu certo a maldita pagina nao pode ser encontrada .. =/ bom mas tudo bem vou continuar minha busca pelo DVD nessa vasta internet .. nao percam na proxima postagem a conclusao da busca ou ateh msmo a desistencia de lucas perante a grandesa da internet PS.:isso tudo pq alguem no meu post do DVD no brazukas flou q qeria o DVD-R e nao o DVD-rip isso q eh amor pelo post e pelo brazukas

segunda-feira, 3 de março de 2008

PRIZA AINDA EXISTE!!!

Resolvi colocar aos poucos as preciosidades que foram registradas no meu ex-celular(sniff).

Espero que este blogg volte a ativa, mesmo os "postantes" serem vestibulandos. Arrumem um tempinho para postar algo...a Lídia é a que mais posta.

Beijos.

Priscila Pozzoli